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Brasília

CER II de Taguatinga promove bate-papo com pais e festa agostina

Evento promoveu brincadeiras para crianças em tratamento e orientações para pais e cuidadores sobre serviços da Rede de Atenção à Saúde do DF

Redação Jornal de Brasília

22/08/2025 14h48

Foto: Matheus Oliveir/Agência Saude-DF

Foto: Matheus Oliveir/Agência Saude-DF

O Centro Especializado em Reabilitação (CER) II de Taguatinga realizou, na última quarta-feira (20), o evento “Roda de Conversa e Festa Agostina: Fortalecendo a Rede de Cuidado”. A iniciativa buscou unir descontração para as crianças atendidas na unidade e acolhimento para seus responsáveis.

Enquanto os pequenos participavam de brincadeiras típicas de festa junina, os pais e cuidadores receberam orientações da equipe multiprofissional sobre os serviços oferecidos no CER e na Rede de Atenção à Saúde (RAS). “Nossa equipe de residência multiprofissional em saúde mental buscou mostrar para os pais e cuidadores que eles podem ter apoio não apenas aqui no CER, mas também em outras unidades de saúde como os Caps, as UBSs e o Adolescentro”, explicou Elton de Souza Moreira, gerente da unidade.

O encontro teve como objetivo ampliar o conhecimento das famílias sobre fluxos de acesso e dispositivos de saúde disponíveis no Distrito Federal, reforçando a corresponsabilidade entre família, comunidade e instituições no cuidado às crianças em tratamento.

Para Isabela Sousa Alves, mãe de Estevão, de 3 anos, atendido no CER desde o diagnóstico de autismo, a iniciativa foi fundamental para promover a socialização. “É uma forma das crianças terem interação entre elas, porque no atendimento é só um grupo pequeno. Ter contato com outros pacientes é muito importante para eles”, destacou.

Tratamento especializado e resultados

O CER II Taguatinga atende crianças e adultos com deficiências físicas e intelectuais, oferecendo serviços de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, enfermagem e terapia ocupacional, além de acompanhamento com especialistas como neurologistas, ortopedistas e otorrinolaringologistas. A unidade trata casos como autismo, paralisia cerebral, síndromes congênitas, amputações e sequelas neurológicas.

No caso de Estevão, o atendimento foi decisivo para estimular o desenvolvimento da fala. “Quando chegamos, ele era não verbal. Depois que começou as terapias, se desenvolveu 100%. Hoje ele fala tudo”, contou a mãe.

O acesso ao serviço ocorre por encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou hospitais. A entrada do paciente se dá por meio de solicitação de consulta em reabilitação física e intelectual, infantil ou adulta, enviada à Central de Regulação Ambulatorial.

Com informações da Secretária de Saúde

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