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Brasília

Centro de assistência social de Ceilândia recebe horto agroflorestal

Projeto da SES-DF e Fiocruz promove recuperação ambiental, cultivo de plantas medicinais e fortalecimento da saúde integral da comunidade.

Redação Jornal de Brasília

25/08/2025 16h23

Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

O Distrito Federal ganhou, na sexta-feira (22), o 34º Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico (Hamb), desta vez na área do Centro de Referência de Assistência Social (Creas) de Ceilândia, unidade da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). O projeto visa à recuperação de áreas ambientais degradadas por meio do cultivo de alimentos e plantas medicinais, promovendo a saúde integral de pacientes e da comunidade.

Os Hambs são uma iniciativa da Secretaria de Saúde (SES-DF) e integram um programa de expansão desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília. Criado em 2018, o projeto segue preceitos da agroecologia, da agrofloresta e da agricultura biodinâmica, formando a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb).

Marcos Trajano, gerente de Práticas Integrativas em Saúde da SES-DF, informou que cursos de aperfeiçoamento de servidores estão em andamento para viabilizar a implantação de novos hortos na capital. “Hoje contamos com a terceira edição do curso de implementação da Rhamb, em parceria com o Colaboratório de Ciência, Tecnologia, Inovação e Sociedade [Ctis] da Fiocruz Brasília. A expectativa é que, até o fim do ano, a marca de 46 Hambs seja atingida, cumprindo a meta para 2027 do Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional”, destacou.

Tecnologia social

Segundo Adelyany Santos, assistente social e gerente substituta da Gerpis, os benefícios da Rhamb vão além da produção de hortaliças. A interação com a natureza e a biodiversidade contribui para fortalecer as relações entre os frequentadores do espaço.

“Chamamos de tecnologia social o que criamos a partir da convivência humana, do agir humano, da atuação da sociedade no próprio território. Essa comunidade é convidada a se apropriar dessa terra — se apropriar no melhor sentido —, reconhecendo que este é um espaço público de atuação de todos. A transformação beneficia tanto o ambiente quanto a vida individual e coletiva das pessoas”, afirmou.

Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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