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Brasília

Candidatos ao GDF debatem planejamento habitacional

Postulantes participaram de sabatina da Sinduscon e apresentam propostas para o setor

Luiza Melo

15/09/2026 17h29

palácio do buriti

Palácio do Buriti. Foto: Agência Brasília

Os candidatos ao governo do Distrito Federal participaram, nesta terça-feira (15) da sabatina do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). Na ocasião, os postulantes apresentaram suas propostas para o setor e defenderam revitalização das áreas centrais da capital federal. Estiveram presentes José Roberto Arruda (PSD), Kiko Caputo (Novo) e Paula Belmonte (PSDB), além de Celina Leão (PP), Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB).

Ex-governador, Arruda afirmou que irá “governar de mãos dadas” com o setor produtivo e com a construção civil. O candidato defendeu segurança jurídica e previsibilidade para o setor e relembrou a antiga gestão. “As obras têm que começar e terminar. A gente sabe fazer, eu já fiz e vou resolver”, disse. O postulante também prometeu a revitalização do Setor Comercial Sul (SCS) baseada no modelo da cidade de São Paulo.

“Eu sou a favor do uso misto, como foi feito em São Paulo e revitalizou o centro da cidade. Nós podemos ter habitação no Setor Comercial Sul, acho que isso é possível e é preciso ter segurança, iluminação. É uma vergonha o que está acontecendo no centro de Brasília”, afirmou.

Já Kiko Caputo falou em reforçar o apoio ao empresariado e citou um “choque de gestão”, caso seja eleito. O candidato também afirmou que irá investir na mobilidade urbana, saúde pública e educação básica. “O Estado tem que apoiar o empresariado, e a gente vai fazer muita obra pública no nosso governo, porque a gente vai dar um choque de honestidade e um choque de gestão. Vamos ter um período de muita prosperidade porque dinheiro o DF tem, o que está faltando é vergonha na cara de quem o administra”, reforçou.

A candidata ao PSDB, Paula Belmonte, afirmou que fará um esforço concentrado para combater a grilagem no DF e prometeu ampliar a oferta de habitações sociais. “Nós precisamos ofertar para a população, precisamos realmente reaquecer esse mercado. Esses últimos anos foram entregues só 3 mil habitações. Por isso que muitas vezes a pressão acontece em lugares sem planejamento”, sustentou.

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