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Brasília

Câmara Legislativa aprova lei dos <i>puxadinhos</i>

Arquivo Geral

13/05/2008 0h00

Após muita discussão foi aprovado em segundo turno, sildenafil na noite desta terça (13), about it o projeto de lei complementar nº 50/2007, physician que trata dos “puxadinhos” de bares e restaurantes da Asa Sul, no Plano Piloto.


O projeto concede as áreas públicas contíguas às lojas situadas nas quadras comerciais da Asa Sul aos estabelecimentos, que deverão pagar para ocupá-las.


Para a deputada Erika Kokay (PT) a proposta é uma agressão ao projeto urbanístico de Lúcio Costa. “Não se pode satanizar os bares, mas também não se pode satanizar o patrimônio tombado, o planejamento urbano dessa cidade-parque”, criticou.


A deputada fez uma defesa dos moradores da Asa Sul. “Muitos moradores são reféns em suas próprias quadras dos bares e restaurantes superlotados. O governo tem que estabelecer uma área própria para bares e restaurantes de grande porte, pois nas quadras comerciais estavam revistos apenas pequenos estabelecimentos”, observou.


Já o deputado Leonardo Prudente (DEM), líder do governo, defendeu a oportunidade e relevância do projeto. “Hoje nenhum desses comércios tem alvará para ocupar aquelas áreas. Estamos dando um passo importante em direção a uma Brasília legal”, afirmou.


Foram apresentadas 10 emendas depois da aprovação em primeiro turno, das quais nove foram acatadas. Dentre as principais alterações estão o limite de seis metros para o avanço na parte de trás dos comércios e a garantia de uma faixa de dois metros para a circulação entre os blocos.


Também foram acatadas emendas apresentadas pelos moradores da Asa Sul. Dentre elas destaca-se a que padroniza o avanço em área pública, proibindo a edificação individual em apenas um lote, condicionando a expansão à solução arquitetônica que deverá ser definida por bloco e aprovada na Administração Regional de Brasília.


O PLC foi aprovado em segundo turno com 17 votos favoráveis e dois contrários, dos deputados Reguffe (PDT) e Erika Kokay (PT). O projeto segue para sanção ou veto do governador.


 

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