Além de levar o ouro, André estabeleceu um novo recorde mundial, ao baixar sua própria marca em 94 centésimos, para 23s61. Já Phelipe terminou a prova em 24s64.
Os dois brasileiros já tinham alcançado as mesmas posições na prova dos 100 metros livre. Mas, desta vez, que os acompanhou no pódio foi o canadense Benoit Hijot (24s65).
“É um grande resultado e estou muito feliz. É assim quando todo o trabalho encontra sua recompensa”, disse André, que classificou o feito de “histórico” para a natação paraolímpica brasileira.
O ouro do carioca que treina em São Paulo foi sua quarta medalha nos Jogos de Pequim, depois dos ouros nos 100m livre e nos 100m borboleta, e da prata nos 200m medley.
O nadador de 24 anos ainda terá outra chance de medalha nos 400 metros livres, prova que disputará amanhã.
Já Phelipe, nascido em Pernambuco e que acaba de completar 18 anos, conquistou sua segunda medalha na capital chinesa, um resultado que o deixa “muito feliz.
“Agora é preciso continuar trabalhando para tentar ganhar”, concluiu o jovem nadador.