Mesmo subindo da terceira para a primeira colocação no ranking mundial após a disputa da Copa do Mundo feminina de vôlei, a seleção brasileira nega qualquer favoritismo para as Olimpíadas de Pequim. De acordo com o técnico José Roberto Guimarães, a primeira meta do time na China será conquistar subir ao pódio, independente da posição do degrau.
“Uma medalha estaria de bom tamanho”, comentou o treinador, ao desembarcar na manhã deste domingo no aeroporto de Cumbica. Ponteira da equipe, Sassá concorda com o treinador. “O primeiro objetivo com certeza é a medalha, o pódio”, reconheceu.
Porém, quem pensar que o time se contentará apenas com o pódio olímpico está enganado. Um pouco mais de conversa mostra que o discurso é apenas uma tática para não motivar as adversárias no equilibrado cenário mundial da modalidade. “Não podemos falar em ouro porque temos de respeitar todo mundo. É muito fácil falar. Teremos humildade, mas o time do Brasil tem condições de brigar com qualquer um em qualquer situação”, advertiu Zé Roberto.
“Vamos correr atrás do primeiro lugar com unhas e dentes. Ganhar o ouro nas Olimpíadas é o sonho de todas as jogadoras e de todo o povo brasileiro que torce pelo vôlei”, completou Sassá. “A gente aprendeu muito com o que houve na temporada 2007 se vamos dar sequência ao nosso trabalho no ano que vem. Já estamos pensando nas Olimpíadas”, avisa Fabiana.
O técnico esboça até a receita para evitar tropeços em Pequim. “Temos que ir devagar, treinar e botar a cabeça no lugar. O padrão de eficiência também tem que melhorar para tentar disputar a final olímpica e vencer. Sabemos que o equilibro é grande se quisermos superar nossos adversários a partir do dia 8 de agosto na China”, afirmou, se referindo a data de início dos jogos de vôlei nas Olimpíadas.
“Uma medalha estaria de bom tamanho”, comentou o treinador, ao desembarcar na manhã deste domingo no aeroporto de Cumbica. Ponteira da equipe, Sassá concorda com o treinador. “O primeiro objetivo com certeza é a medalha, o pódio”, reconheceu.
Porém, quem pensar que o time se contentará apenas com o pódio olímpico está enganado. Um pouco mais de conversa mostra que o discurso é apenas uma tática para não motivar as adversárias no equilibrado cenário mundial da modalidade. “Não podemos falar em ouro porque temos de respeitar todo mundo. É muito fácil falar. Teremos humildade, mas o time do Brasil tem condições de brigar com qualquer um em qualquer situação”, advertiu Zé Roberto.
“Vamos correr atrás do primeiro lugar com unhas e dentes. Ganhar o ouro nas Olimpíadas é o sonho de todas as jogadoras e de todo o povo brasileiro que torce pelo vôlei”, completou Sassá. “A gente aprendeu muito com o que houve na temporada 2007 se vamos dar sequência ao nosso trabalho no ano que vem. Já estamos pensando nas Olimpíadas”, avisa Fabiana.
O técnico esboça até a receita para evitar tropeços em Pequim. “Temos que ir devagar, treinar e botar a cabeça no lugar. O padrão de eficiência também tem que melhorar para tentar disputar a final olímpica e vencer. Sabemos que o equilibro é grande se quisermos superar nossos adversários a partir do dia 8 de agosto na China”, afirmou, se referindo a data de início dos jogos de vôlei nas Olimpíadas.