< !--StartFragment -- >A supremacia cubana no boxe olímpico se manteve nos Jogos de Pequim, contrariando as expectativas de especialistas e confirmando as previsões do técnico da equipe, Pedro Roque.
Para Roque, quando se chega a uma competição com uma equipe de jovens valores tudo pode acontecer, inclusive ter garantidas oito medalhas de bronze, já que oito pugilistas chegaram às semifinais em Pequim e têm chances de conseguir o ouro, podendo superar o desempenho de Atenas quatro anos atrás.
Em 2004, o país conquistou cinco medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze.
“Não será uma meta fácil, mas o mais importante é que a escola de boxe cubana está mais viva e presente que nunca nos Jogos de Pequim, onde já nos davam como mortos antes de chegarmos para competir”, declarou Roque.
Nestes Jogos, Cuba apresentou uma equipe renovada após perder vários campeões olímpicos e mundiais que saíram do país, se aposentaram ou estão suspensos por diferentes motivos.
“Calamos muitos críticos. Agora estamos preparados para completar uma atuação que já considero sem precedentes”, completou o treinador.