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Brasília

Biblioteca Pública de Ceilândia celebra 32 anos como referência em educação, cultura e inclusão

Com acervo de mais de 50 mil obras e projetos digitais, unidade segue como um dos principais espaços culturais da região

Redação Jornal de Brasília

02/12/2025 17h33

Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia

Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia

A Biblioteca Pública de Ceilândia Carlos Drummond de Andrade completou, nesta terça-feira (2), 32 anos de funcionamento, consolidando-se como um dos principais pontos de leitura, formação e convivência da região. Inaugurada em 1993, a unidade reúne um acervo com mais de 50 mil exemplares, incluindo livros, materiais didáticos, gibis, revistas e enciclopédias, além de um espaço infantojuvenil dedicado a crianças e adolescentes. Mensalmente, mais de 3 mil leitores circulam pelo local, que já soma mais de 17 mil usuários cadastrados.

Para comemorar mais um ano de atividades, professores e colaboradores organizaram uma celebração que reuniu servidores, alunos, leitores e representantes da comunidade. O administrador de Ceilândia, Dilson Resende, participou do evento e destacou o impacto social da biblioteca. “A Biblioteca Pública de Ceilândia é um patrimônio da nossa comunidade. Aqui, milhares de pessoas encontraram oportunidades, motivação e conhecimento. Nossa missão é continuar fortalecendo esse espaço, que transforma vidas todos os dias”, afirmou.

Atualmente, a unidade conta com 13 professores e desenvolve diversos projetos por meio de plataformas digitais, alcançando estudantes da rede pública, concurseiros, jovens leitores e moradores da cidade. O espaço também disponibiliza conteúdos exclusivos voltados para alunos do Enem, concursos públicos e tarefas escolares.

Para a professora responsável pela biblioteca, Pollyanna Valdenice Souza, o local se consolidou como referência educacional e cultural. “A biblioteca é um ponto de encontro do conhecimento. Tornou-se referência para estudantes, professores, concurseiros e famílias inteiras que vêm aqui todos os dias em busca de aprendizado. É gratificante ver como esse espaço evoluiu e continua atraindo novos leitores”, destacou.

Histórias de transformação fazem parte do cotidiano da biblioteca. O militar José Felipe, de 35 anos, lembra com entusiasmo o período em que estudou no local para concursos públicos. “Conquistei minha vaga no serviço público estudando cerca de 8 horas por dia aqui na biblioteca. De certa forma, fiz parte da história desse lugar. Só tenho a agradecer”, afirmou.

Entre os leitores mais jovens, o estudante Heitor Lima, de 10 anos, frequenta a biblioteca desde os 7 e considera o espaço um segundo lar. “Eu adoro vir pra cá porque tem muitos livros legais. Eu aprendo, faço tarefas da escola e também encontro meus amigos. Aqui é um lugar que dá vontade de voltar sempre”, contou.

Com informações da Administração de Ceilândia

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