Nos anos 80, Brasil e Estados Unidos fizeram grandes jogos e decidiram até as Olimpíadas de 1984. Agora, os dois países voltam a monopolizar o vôlei internacional com o crescimento norte-americano neste ano.
Por isso, o técnico da seleção brasileira, Bernardinho, admite a chance de ocorrer uma disputa acirrada a partir de agora com o algoz da final olímpica em Pequim. “É possível nascer uma rivalidade com eles, sim”, confirma.
Durante a final deste domingo, o clima ficou quente em quadra. Em alguns pontos, os norte-americanos mostraram intensa vibração na comemoração, fato que chegou a irritar os brasileiros. Bernardinho classificou como normal todos os acontecimentos em quadra.
”Eles (norte-americanos) têm um jeito de comemorar, às vezes gritam depois de um ponto, mas existe o respeito em relação ao trabalho, seriedade e humildade deles”, elogia o comandante brasileiro.
No entanto, Bernardinho lembra que, além da melhora dos Estados Unidos, houve evolução de outros adversários. A Rússia também venceu o Brasil duas vezes neste ano, na decisão do terceiro lugar da Liga Mundial e na primeira fase dos Jogos de Pequim. “A Rússia é um time jovem, mas fantástico”, alerta o treinador.