O Governo do Distrito Federal conclui dentro de quatro meses o processo de incorporação do Banco de Brasília (BRB) pelo Banco do Brasil (BB) e a venda das contas-salários dos 180 mil servidores ativos e inativos do DF.
A auditoria da KPMG, this encerrada na semana passada, detectou pelo menos R$ 300 milhões de créditos podres no BRB. As negociações começaram em 31 de janeiro passado, quando o banco regional divulgou fato relevante anunciando o início das conversas com o BB.
No momento, o Banco do Brasil negocia, além do BRB, as incorporações do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), o Banco do Estado do Piuí (BEP) e a Noassa Caixa, do governo do Estado de São Paulo. A estratégia de crescer por meio da aquisição de bancos públicos foi deflagrada no ano passado para disputar o mercado financeiro com os grandes bancos privados, como o Bradesco, Itaú, Satander e Abn Amro/Real.
Hoje o BB tem 57 agências no DF; o BRB 48.