Além de ajudarem seus países nas Olimpíadas de Pequim, atletas europeus contribuirão com um estudo sobre a asma. Desenvolvido pela Rede Global Européia de Alergia e Asma, o estudo vai contar com a ajuda de atletas de dez países da Europa: Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Grá-Bretanha, Grécia, Itália, Noruega, Polônia e Portugal.
De acordo com o especialista em doenças asmáticas Peter Burney, os atletas responderão a questionários antes e depois dos jogos. Os responsáveis pelo estudo farão também uma relação entre as atividades esportivas e a condição da saúde dos atletas.
A Rede Global Européia de Alergia e Asma quer saber quais são os efeitos da exposição ao ar poluído da China no corpo humano em situações de alta performance.
Apesar de o estudo ser feito apenas com atletas europeus, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está fazendo o mesmo tipo de estudo com os brasileiros classificados para os Jogos Olímpicos.