Derrotados na final do handebol masculino dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, os jogadores da seleção argentina deixaram a quadra acusando o brasileiro Leonardo Bortolini por toda a confusão ocorrida no minuto final do jogo deste domingo.
“Tudo começou por causa do número nove do Brasil. Ele provocou tudo”, acusou Matias Carou, quando se encaminhava para o vestiário.
Goleiro reserva da Argentina, Fernando Garcia chegou a trocar empurrões com policiais da Força Nacional durante o tumulto da quadra, mas também apontou Leonardo Bortolini, como pivô da briga. “Ele (Leonardo) ficou mostrando a língua, provocando a gente. Há coisas que se pode deixar passar, e outras que não se pode deixar passar. O Brasil jogou muito bem, nós também melhoramos no segundo tempo e tivemos chance de vencer, mas a partida terminou de uma maneira que não deveria”, comentou Fernando.
Pouco antes, no momento em que se encaminhavam para a cerimônia de premiação, alguns integrantes da comissão técnica da Argentina bateram boca com um torcedor localizado nos acessos à arquibancada. A discussão só não se transformou em briga devido à intervenção policial.
Mais contido e já de cabeça mais fresca na entrevista coletiva, o técnico argentino Maurício Torres rechaçou a acusação de que seus jogadores não sabem aceitar de maneira pacífica uma derrota. “Estou aqui há dez anos e nunca vi nada parecido com o que vi hoje aqui. Acho que isso (os argentinos não saberem perder) não serve como desculpa para os brasileiros”, disparou Torres, que não teve a companhia de nenhum atleta argentino durante a coletiva, como é de costume.
“Tudo começou por causa do número nove do Brasil. Ele provocou tudo”, acusou Matias Carou, quando se encaminhava para o vestiário.
Goleiro reserva da Argentina, Fernando Garcia chegou a trocar empurrões com policiais da Força Nacional durante o tumulto da quadra, mas também apontou Leonardo Bortolini, como pivô da briga. “Ele (Leonardo) ficou mostrando a língua, provocando a gente. Há coisas que se pode deixar passar, e outras que não se pode deixar passar. O Brasil jogou muito bem, nós também melhoramos no segundo tempo e tivemos chance de vencer, mas a partida terminou de uma maneira que não deveria”, comentou Fernando.
Pouco antes, no momento em que se encaminhavam para a cerimônia de premiação, alguns integrantes da comissão técnica da Argentina bateram boca com um torcedor localizado nos acessos à arquibancada. A discussão só não se transformou em briga devido à intervenção policial.
Mais contido e já de cabeça mais fresca na entrevista coletiva, o técnico argentino Maurício Torres rechaçou a acusação de que seus jogadores não sabem aceitar de maneira pacífica uma derrota. “Estou aqui há dez anos e nunca vi nada parecido com o que vi hoje aqui. Acho que isso (os argentinos não saberem perder) não serve como desculpa para os brasileiros”, disparou Torres, que não teve a companhia de nenhum atleta argentino durante a coletiva, como é de costume.
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