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Brasília

Aprova DF inicia 2026 com 4,5 mil alunos em aulões gratuitos para concursos

Iniciativa da Sejus-DF reúne estudantes para preparação em concursos públicos e vestibulares, promovendo inclusão por meio da educação acessível.

Redação Jornal de Brasília

07/01/2026 16h47

Foto: João Marcos Teixeira/Ascom Sejus-DF

Foto: João Marcos Teixeira/Ascom Sejus-DF

O programa Aprova DF, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) em parceria com a Associação Cresce-DF, deu início ao ano de 2026 com uma maratona de aulas preparatórias gratuitas. Nos dias 3 e 4 de janeiro, mais de 4,5 mil participantes se reuniram no Edifício Oscar Alvarenga, no Setor Comercial Sul, para intensas sessões de estudo das 8h às 17h.

Lançado em julho de 2024, o Aprova DF já impactou centenas de milhares de pessoas, posicionando-se como uma das maiores iniciativas de capacitação gratuita para concursos públicos e vestibulares no país. A secretária Marcela Passamani enfatiza que o programa vai além das aulas, atuando como porta de entrada para a inclusão social via educação, permitindo que participantes de menor poder aquisitivo concorram em igualdade com outros.

As atividades ocorrem aos sábados e domingos, em ciclos anuais que cobrem disciplinas essenciais como Língua Portuguesa, Matemática, Redação, Raciocínio Lógico, Direito Administrativo, Direito Constitucional e Atualidades. Para este novo ciclo, foram incorporadas a Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF) e novos professores de cursinhos renomados, elevando a qualidade pedagógica.

Além das aulas, o programa fornece material didático completo, apostilas impressas, kits escolares e lanches, facilitando a permanência e o aprendizado. Inscrições são feitas de forma avulsa por disciplina, via site, presencialmente ou nos dias de aula, caso haja vagas.

O impacto do Aprova DF é ilustrado por histórias como a de Fabiana Alves Pereira, 25 anos, do Paranoá, que, após participar, foi aprovada como psicóloga residente no SUS. ‘Parecia impossível, mas o programa me deu professores qualificados e material acessível’, relatou ela. Já José Adilson Bezerra, 64 anos, aposentado do Cruzeiro, vê na iniciativa uma chance de recomeço, destacando sua importância na democratização do conhecimento.

Priorizando egressos do ensino médio e pessoas em vulnerabilidade social, o programa amplia o acesso ao serviço público e ao ensino superior. Para a Cresce-DF, ele reduz desigualdades, fortalece a autoestima e cria oportunidades reais para quem não poderia arcar com cursos pagos.

Com informações da Sejus-DF

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