Após a história de um professor do Colégio JK ter sido demitido supostamente por ser gay ganhar repercussão nas redes sociais, a instituição decidiu se manifestar. Em nota, a direção alegou que a orientação sexual do docente não foi o motivo do desligamento, ocorrido na última quarta-feira (5), quando houve uma gincana na escola.
Na ocasião, o professor teria argumentado que a decisão do colégio foi tomada por ele ter participado do evento vestido de drag queen. A escola negou a versão e afirmou que o desligamento havia sido acertado uma semana antes, o que constaria, inclusive, em documentos.
Nas redes sociais, o caso tomou grandes proporções. Isso porque, segundo a instituição, o professor fez uso do seu bom relacionamento com os alunos para tumultuar a sua saída. “A difamação tomou medidas ainda maiores, com diversos ataques à nossa página na rede social Facebook, sendo necessário tirá-la do ar até que tudo fosse esclarecido”, afirma em trecho da nota.
Ainda de acordo com a instituição, desde o primeiro semestre de 2016, o profissional vinha sendo orientado pela equipe de direção e coordenação acerca de demandas solicitadas que ele não conseguia atender, o que teria resultado na demissão.