Ele voltou. E, desta vez, garantem as criadoras, “em conformidade com as leis brasileiras”. Antes proibido no País, o polêmico aplicativo Lulu, onde as mulheres podem avaliar os homens com notas e hashtags, agora permite, por exemplo, a troca de mensagens entre elas e eles. E, não. A ferramenta não está mais conectada ao Facebook. Para acessá-la, todos os usuários, inclusive os rapazes, deverão fazer cadastro no software, com telefone. Ou seja, se antes o problema era não saber ou permitir o julgamento feminino, agora está tudo às claras.
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