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Acredita DF: BRB lança programa de crédito com R$ 2,5 bi para pessoas físicas e jurídicas

A nova linha de empréstimo visa reduzir os impactos econômicos provocados pela crise sanitária de Covid-19. O presidente do banco, Paulo Henrique Costa, acredita na recuperação para o segundo semestre de 2021

BRB BRB promete modernização ao cliente nos próximos meses. Foto: Henrique Kotnick/Jornal de Brasília

Cezar Camilo
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O anúncio do programa Acredita DF, do Banco Regional de Brasília (BRB) já havia sido feito pelo presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, após reunião com o secretariado do GDF, no último sábado (27), para discutir ações visando conter os impactos econômicos da pandemia que assolam cada vez mais a capital. Neste ontem, o lançamento do projeto foi formalizado com duração limitada ao prazo de 90 dias.

O banco vai disponibilizar R$ 2,5 bilhões em crédito para empresas e pessoas físicas, “em prol do desenvolvimento econômico, social e humano do Distrito Federal”, como disse o presidente, e vai estar disponível nos canais digitais da empresa a partir de hoje (1º).

“Fomos a primeira instituição financeira do País a lançar um programa, o Supera-DF [em 2020], para contribuir com a recuperação dos impactos econômicos decorrentes da pandemia. E movimentamos R$ 4 bilhões. Agora, apresentamos o Acredita-DF, e esperamos poder colaborar, ainda mais, para ajudar pessoas e empresas”, disse o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O critério para aquisição do empréstimo depende da linha de crédito. Para saques que visam o “capital de giro”, como detalha o presidente ao Jornal de Brasília, o pagamento pode ser em até 12 meses Para investimentos, em até 24, e seis meses para quitação dos empréstimos na linha imobiliária.

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Além destes segmentos, o novo programa – segundo durante a pandemia – também amortece financiamentos já contratados, entre elas os produtos Crédito Imobiliário e o Crédito Consignado, com suspensão de pagamento de parcelas por até 180 dias.

“No crédito para aquisição de imóvel, a cobrança, durante a suspensão dos pagamentos, será apenas dos valores referentes ao seguro das operações (valor variável de acordo com a idade, saldo devedor e valor de avaliação do imóvel) e taxa de administração”, detalhou o BRB em nota.

O presidente Paulo Henrique Costa acredita que o avanço na vacinação e a possibilidade de um novo Auxílio Emergencial pode garantir um melhor segundo semestre, “uma retomada mais forte da economia”.

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