A governadora Celina Leão (PP) garantiu que vai manter a toada do primeiro turno nesta segunda votação para a definição da chefia do Palácio do Buriti. Primeira entrevistada na nova ronda de sabatinas do Jornal de Brasília, a candidata à reeleição mantém a confiança nos resultados do seu governo, iniciado em março deste ano. “A missão que eu tenho é continuar governando”, cravou a gestora.
Celina passou ao segundo turno com ampla margem sobre o segundo colocado, Leandro Grass (PT), e é favorita nesta etapa da votação.
Ela citou o erro de cerca de 26 mil eleitores que digitaram o número 22 – número do PL, não do PP, do qual faz parte – na urna quando do voto para a governadoria. “Nós fomos para o segundo turno por 167 votos, e nós tivemos 26 mil votos no 22. Eu não tenho dúvida que essas pessoas jamais votariam 13 para governador”, garantiu. “Essa confusão foi por causa do número da Bia [Kicis] e da Michelle [Bolsonaro, eleitas senadoras]”, explicou. “O primeiro ponto é divulgar meu número correto, que é o 11”, pontuou.
Agora, com um único adversário direto, Celina passou a direcionar críticas ao passado da sigla da qual Grass faz parte, que já governou a capital por duas vezes – na última, com Agnello Queiroz, que sequer conseguiu se reeleger. “É só lembrar do governo do PT”, disparou. “O Leandro Grass se afasta do PT, até a cor da campanha ele mudou. E quem é o Leandro? Qual o trabalho dele político, qual o legado dele?”, questionou.
Confira a sabatina na íntegra: