As escolas particulares que estavam com irregularidades na relação da lista de material escolar foram identificadas pelo Procon, durante fiscalização nos dias 26 e 27 de janeiro. Dos 43 estabelecimentos de ensino do Distrito Federal, 23 foram identificadas com à lista irregular.
A fiscalização foi realizada para apurar denúncias feitas ao órgão de que muitas escolas solicitam dos pais a aquisição do material que não será utilizado pelos alunous ou que deve ser adquiridos de forma abusiva.
Segundo o diretor geral do Procon, Ricardo Pires, os consumidores só devem adquirir o material que será efeitivamente utilizado pelos alunos. Papel higiênico, copos e pratos descartáveis, papel de escritório, entre outros, estão proíbidos. Além de práticas de materiais personalizados e exclusivos.