Sete construções foram removidas nesta quinta-feira (30) no Distrito Federal. Em repressão às ocupações em área pública, sem permissão do Estado, 155 homens foram mobilizados para as ações realizadas no Gama e em São Sebastião. Como resultado, materiais para construção civil foram apreendidos, obras embargadas e intimadas à demolição, além da erradicação de muros, cercas e bases.
Chegou a quatro o número de construções desconstituídas no condomínio Asa Branca, localizado no Núcleo Rural Ponte Alta Norte, no Gama. No mesmo local foram ao chão 450 metros lineares de muro e duas bases em alvenaria. Os responsáveis por outras cinco edificações foram intimados a removê-las em um prazo de 10 dias. Em caso de descumprimento, o governo voltará para concretizar a ação. Mais cinco construções ficaram sob embargo e, por isso, os invasores estão impedidos de dar continuidade às obras. Uma betoneira e cerca de 20 sacos de cimento acabaram, ainda, apreendidos.
Também na Ponte Alta, outro alvo foi o condomínio Estância Lagoa Azul. Lá foram duas construções erradicadas junto a 170 metros lineares de muro. Em outra parte do DF, no Núcleo Rural Capão Comprido, situado em São Sebastião, mais três obras acabaram retiradas, além de uma base e cinco mil metros lineares de cerca.
Os pontos foram identificados em levantamentos realizados ao longo da última semana. As atividades desta quinta-feira surgiram a partir de demandas do cronograma de operações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo. O grupo reúne 16 órgãos distritais coordenados pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e Agência de Fiscalização (Agefis).
Participaram das atividades Seops, Agefis, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, SLU, Terracap, Novacap, SLU, CEB e Caesb.