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Vacinação contra Covid em SP deverá ter postos em shoppings e terminais

Na cidade de São Paulo, segundo a gestão Bruno Covas (PSDB), estão previstos 3.000 postos de vacinação incluindo as 468 UBSs (unidades básicas de saúde) da capital e postos satélite

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Juliana Finardi

Uma verdadeira operação de guerra é a estratégia traçada em São Paulo para garantir a vacinação contra a Covid-19, com início previsto para 25 de janeiro, aniversário da cidade, segundo o governo do estado, gestão João Doria (PSDB).

Com 15 horas diárias de vacinação durante a semana, de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, e aos finais de semana e feriados com horário reduzido (7h às 17h), a imunização acontecerá nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), mas também em praças, shoppings, estações de metrô e trem, terminais de ônibus, comércios e sistema drive-thru.

Segundo disseram nesta quarta-feira (6) o governador e o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, está mantido o cronograma para vacinar 9 milhões de pessoas entre os dias 25 de janeiro e 28 de março, se a vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech e no Brasil pelo Instituto Butantan, for aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O pedido de uso emergencial deve ser feito nesta quinta-feira (7).

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Na cidade de São Paulo, segundo a gestão Bruno Covas (PSDB), estão previstos 3.000 postos de vacinação incluindo as 468 UBSs (unidades básicas de saúde) da capital e postos satélite.

Cada UBS poderá ter até três salas designadas para a imunização, de acordo com a estrutura de cada unidade, sendo definido pelas coordenadorias regionais de saúde. Para procurar o local mais próximo da residência, o morador poderá consultar o sistema de localização de estabelecimentos da rede SUS no município que oferecem vacinação pela internet.

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Ao todo, no estado, haverá 10 mil postos de vacinação nos 645 municípios e a estimativa é envolver cerca de 79 mil profissionais, com 54 mil trabalhadores do setor da saúde e 25 mil policiais para garantir a segurança da população e evitar aglomerações nos locais de imunização. A vacinação será em duas doses, com intervalo de 21 dias entre uma e outra.

A primeira etapa de vacinação vai priorizar profissionais da saúde, pessoas com 60 anos ou mais e grupos indígenas e quilombolas. A expectativa do estado é que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas nesta fase, com a aplicação de 18 milhões de doses até o dia 28 de março.

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As estratégias fazem parte do Plano Estadual de Imunização contra o coronavírus, explicadas nesta quarta-feira (6) pelo governo a prefeitos que tomaram posse no último dia 1º.

“A vacina do Instituto Butantan se mostrou segura nas três fases de seu estudo, mostrou capacidade de produzir defesa dos anticorpos contra o vírus e, nesta terceira fase, tivemos a eficácia estabelecida com todos os índices tanto da OMS [Organização Mundial da Saúde] quanto da Agência Nacional de Vigilância”, disse Gorinchteyn.

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As informações são da Folhapress




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