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Pfizer começa a enviar resultados de testes à Anvisa para agilizar um futuro registro de vacina

O objetivo é agilizar a análise de documentos até que haja um pedido formal para registro do produto, etapa necessária para que a vacina possa ser oferecida à população

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Natália Cancian
Brasília, DF

A farmacêutica norte-americana Pfizer informou nesta quarta-feira (25) que começou a enviar à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) dados sobre a vacina contra a Covid-19 que desenvolve em parceria com a empresa alemã BioNTech.

Na prática, a empresa começará a compartilhar com a agência informações sobre o resultado de testes já realizados para um futuro registro da vacina. O processo é chamado de “submissão contínua” e foi aprovado pela Anvisa no início deste mês.

O objetivo é agilizar a análise de documentos até que haja um pedido formal para registro do produto, etapa necessária para que a vacina possa ser oferecida à população.

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Em comunicado, a Pfizer qualificou a medida como “um importante passo para que o imunizante esteja disponível no Brasil.”

“A Pfizer disponibilizará todos os dados necessários para avaliação e estará em total colaboração com a Anvisa para que esse processo transcorra da melhor maneira e o mais rapidamente possível”, disse em nota Márjori Dulcine, diretora médica da Pfizer Brasil.

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O pedido ocorre após reunião com a Anvisa nesta quarta-feira (25). Além da Pfizer, outros dois laboratórios também já compartilham dados com a Anvisa: AstraZeneca, que desenvolve a vacina em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido) e Instituto Butantan, que produzirá no Brasil a vacina Coronavac, em parceria com a chinesa Sinovac.

O presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo, disse na semana passada que a empresa tem avançado nas negociações com o Ministério da Saúde e que, caso um acordo seja fechado, poderia disponibilizar vacinas já no primeiro trimestre de 2021.

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A declaração ocorreu na saída de uma reunião na sede da pasta, em Brasília. “Estamos otimistas de que vamos a chegar a um bom entendimento”, afirmou.

Segundo ele, as conversas com a pasta foram retomadas após dados divulgados pela empresa apontarem que a vacina apresentou mais de 90% de eficácia na análise preliminar dos testes da terceira e última fase de testes.

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As informações são da FolhaPress




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