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PF sacode o país com operações contra corrupção

São deflagradas três operações nesta quarta (27), nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e do Tocantins

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A Polícia Federal deflagrou diversas operações contra a corrupção na manhã desta quarta-feira (27). Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins, além de mandados de prisão no Rio e no estado do Pará.

São pelo menos três operações. Confira:

Operação Camilo

No Rio Grande do Sul, a Polícia Federal investiga crimes de fraude à licitação, peculato, corrupção passiva, organização criminosa, ocultação de bens, crime de responsabilidade e desobediência. O prejuízo estimado, até o momento, é de R$ 15 milhões de reais em recursos da saúde, repassados pela União e pelo estado do Rio Grande do Sul a uma Organização Social.

São cumpridos 61 mandados de busca e apreensão, 15 mandados de prisão temporária, além de medidas judiciais de arresto/sequestro de bens móveis e imóveis, bloqueio de valores depositados em contas dos investigados e de empresas e afastamento cautelar de funções exercidas por cinco servidores públicos municipais.

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Operação Lazarus

Nos municípios do Rio de Janeiro/RJ, Belford Roxo/RJ e Mesquita/RJ, a PF cumpre cinco mandados de busca e apreensão. O objetivo é desarticular um grupo que fraudava  benefícios previdenciários  suspensos por falta de comprovação. Estima-se que as fraudes realizadas contra o INSS ultrapassem os R$ 5 milhões,  dos quais R$ 2,5 milhões foram recuperados aos cofres públicos.

Operação Cara Dura

Em Palmas-TO, a PF visa desarticular um grupo criminoso envolvido em dezenas de furtos cometidos contra várias instituições financeiras não só do Tocantins, mas também em diversos estados da federação.

São cumpridos três mandados de busca e apreensão nas cidades tocantinenses de Palmas, Porto Nacional e Gurupi, além de três mandados de prisão preventiva nas cidades de Niterói/RJ e Belém/PA, todos expedidos pelo Juízo Federal da Subseção Judiciária de Gurupi/TO.

As investigações apontaram o possível envolvimento de um empregado da Caixa Econômica Federal, além de um funcionário de empresa terceirizada que presta serviços a uma agência da Caixa de Gurupi. 

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Com informações da Polícia Federal


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