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Nuvem de areia e fuligem quase engole helicóptero no MS

A nuvem de poeira, formada antes de chover, assustou as equipes que combatiam os incêndios no Pantanal e os moradores da região próxima

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Foto: Comandante Sathler/Ibama
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As queimadas na região do Pantanal permanecem gerando consequências na região. Na última terça-feira (13) o piloto de um helicóptero do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) teve de fazer manobras de emergência para desviar de uma tempestade de areia e cinzas que se formou na região da Serra do Amolar, no Mato Grosso do Sul.

“Foi no momento em que eu estava voando me deparei com uma nuvem, com características totalmente diferentes, uma tempestade com cinzas e areia vindo de dentro do Pantanal, na Serra do Amolar. Tive que passar por cima da serra e cruzei para tentar justamente fugir dessa tempestade e fazer o pouso efetivo em uma fazenda”, afirmou o piloto Álver Sathler ao G1.

Ele explicou que a nuvem, que estava “muito baixa e escura”, por pouco não engoliu a aeronave. A nuvem de poeira, formada antes de chover na região, assustou as equipes que combatiam os incêndios no Pantanal e os moradores da região próxima. Misturada com o vento, a nuvem carregou fuligem das queimadas, dificultando a visão e a respiração na região.




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