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Fortaleza tem esquema especial de atendimento em saúde durante o jogo do Brasil

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A poucas horas do início da partida entre as seleções do Brasil e México, marcada para as 16h na Arena Castelão, em Fortaleza, autoridades cearenses garantem um clima de tranquilidade em relação aos esquemas montados para atendimentos de saúde e da segurança na cidade.

A maioria dos mexicanos começou a chegar ontem (16) à capital, divididos entre voos comerciais e 19 voos fretados. Pelas estimativas do governo local, quase 4 mil mexicanos que chegaram em navios ficarão hospedados nestas embarcações.

 

 

“Desde a chegada desses grupos tivemos apenas dois atendimentos médicos registrados na área da Fan Fest. Foram dois casos leves, como o de escoriação no pé de um deles”, explicou o supervisor do Núcleo de Urgência e Emergência da Secretaria Estadual de Saúde do Ceará, Alex Mont’Alverne.

A Copa do Mundo em Fortaleza começou mesmo no dia 14 de junho, quando a capital sediou, pela primeira rodada do Mundial, a partida entre o Uruguai e  a Costa Rica. No dia do jogo, foram realizados 72 atendimentos dentro da arena, com cinco remoções para hospitais e unidades de saúde próximos ao local. “Não tivemos nada grave até agora. Mesmo os transportados para hospitais foram por precaução e eram casos sem maior gravidade”, garantiu o supervisor da área no estado.

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Na partida, o caso mais grave foi o de um costa-riquenho de pouco mais de 60 anos, que “ficou emocionado com a vitória de seu time”, de acordo com Mont’Alverne. De acordo com os médicos, o estrangeiro foi encaminhado com suspeita de infarto para o Hospital Dr. Carlos Alberto Stuart Gomes, conhecido como Hospital do Coração do bairro de Messejana, mas o problema não se confirmou.

Nos postos médicos avançados montados ao lado da arena, desde o primeiro dia de Mundial, foram feitos 18 atendimentos e em posto próximo, apenas um atendimento no final da partida que foi o caso de um uruguaio com amigdalite. 

Uruguaios, alemães e alguns brasileiros dominaram a lista de atendimentos no entorno do estádio, e nas duas unidades montadas na Fan Fest, onde o balanço de atendimentos variou de acordo com o dia, intensificando o trabalho dos médicos nos finais de semana e feriados. Nos dias de maior trabalho, os dois postos atenderam 38 pessoas.

Ontem (16), foram efetuados 25 atendimentos no local, sem necessidade de remoções. “A grande maioria é de atendimento clínico e a maior parte trata-se de necessidade de hidratação, ingestão de glicose em função do excesso de bebida alcóolica. Mas eles foram atendidos e ainda voltam para a festa”, afirmou Mont’Alverne.

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Entre os atendimentos na Fan Fest, sete casos foram classificados como traumas, mas todos leves como torções de pulso ou tornozelos. No dia do jogo entre o  Uruguai e a  Costa Rica apenas um caso de fratura em punho foi encaminhado para um hospital da cidade.

Mesmo com a expectativa de um publico maior, Mont’Alverne garante que “está tudo tranquilo. A estrutura montada está superdimensionada e, por isso, não há necessidade de ajuste”. A mesma orientação está valendo para a área de segurança pública.

 


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A poucas horas do início da partida entre as seleções do Brasil e México, marcada para as 16h na Arena Castelão, em Fortaleza, autoridades cearenses garantem um clima de tranquilidade em relação aos esquemas montados para atendimentos de saúde e da segurança na cidade.

A maioria dos mexicanos começou a chegar ontem (16) à capital, divididos entre voos comerciais e 19 voos fretados. Pelas estimativas do governo local, quase 4 mil mexicanos que chegaram em navios ficarão hospedados nestas embarcações.

“Desde a chegada desses grupos tivemos apenas dois atendimentos médicos registrados na área da Fan Fest. Foram dois casos leves, como o de escoriação no pé de um deles”, explicou o supervisor do Núcleo de Urgência e Emergência da Secretaria Estadual de Saúde do Ceará, Alex Mont’Alverne.

A Copa do Mundo em Fortaleza começou mesmo no dia 14 de junho, quando a capital sediou, pela primeira rodada do Mundial, a partida entre o Uruguai e  a Costa Rica. No dia do jogo, foram realizados 72 atendimentos dentro da arena, com cinco remoções para hospitais e unidades de saúde próximos ao local. “Não tivemos nada grave até agora. Mesmo os transportados para hospitais foram por precaução e eram casos sem maior gravidade”, garantiu o supervisor da área no estado.

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Na partida, o caso mais grave foi o de um costa-riquenho de pouco mais de 60 anos, que “ficou emocionado com a vitória de seu time”, de acordo com Mont’Alverne. De acordo com os médicos, o estrangeiro foi encaminhado com suspeita de infarto para o Hospital Dr. Carlos Alberto Stuart Gomes, conhecido como Hospital do Coração do bairro de Messejana, mas o problema não se confirmou.

Nos postos médicos avançados montados ao lado da arena, desde o primeiro dia de Mundial, foram feitos 18 atendimentos e em posto próximo, apenas um atendimento no final da partida que foi o caso de um uruguaio com amigdalite. 

Uruguaios, alemães e alguns brasileiros dominaram a lista de atendimentos no entorno do estádio, e nas duas unidades montadas na Fan Fest, onde o balanço de atendimentos variou de acordo com o dia, intensificando o trabalho dos médicos nos finais de semana e feriados. Nos dias de maior trabalho, os dois postos atenderam 38 pessoas.

Ontem (16), foram efetuados 25 atendimentos no local, sem necessidade de remoções. “A grande maioria é de atendimento clínico e a maior parte trata-se de necessidade de hidratação, ingestão de glicose em função do excesso de bebida alcóolica. Mas eles foram atendidos e ainda voltam para a festa”, afirmou Mont’Alverne.

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Entre os atendimentos na Fan Fest, sete casos foram classificados como traumas, mas todos leves como torções de pulso ou tornozelos. No dia do jogo entre o  Uruguai e a  Costa Rica apenas um caso de fratura em punho foi encaminhado para um hospital da cidade.

Mesmo com a expectativa de um publico maior, Mont’Alverne garante que “está tudo tranquilo. A estrutura montada está superdimensionada e, por isso, não há necessidade de ajuste”. A mesma orientação está valendo para a área de segurança pública.

 


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