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Covid-19: ministérios voltam a prestar assistência a indígenas de Roraima

Profissionais das Forças Armadas voltaram para o local com destino às aldeias do entorno dos Polos Bases de Auaris, Surucucu e Boa Vista

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Foto: Antônio Oliveira
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Pela segunda vez neste ano, os Ministérios da Defesa e da Saúde prestam apoio a indígenas da região oeste de Roraima no combate ao novo coronavírus. Na segunda-feira (19), profissionais de saúde das Forças Armadas embarcaram com destino às aldeias localizadas no entorno dos Polos Bases de Auaris, Surucucu e Boa Vista, onde vivem cerca de 11 mil indígenas.

Os indígenas da região a ser atendida são da etnia Yanomami. Denominada Missão Roraima II, a operação interministerial também leva para a região 4 toneladas de materiais, entre equipamentos de proteção individual (EPI), medicamentos e testes para a Covid-19.

Ao todo, seguem para a região 26 militares, sendo 15 médicos, sendo 10 clínicos gerais, dois ginecologistas, um pediatra, um infectologista, três enfermeiros, seis técnicos de enfermagem, dois veterinários e um auxiliar de veterinário, oriundos de Organizações Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica Força, do Distrito Federal e de diversos estados do Brasil.

A previsão é de que sejam atendidos cerca de 3 mil indígenas das aldeias Arauthaú, Parafuri, Kaianaú, Alto Mucajaí e Baixo Mucajaí, além das comunidades que vivem no entorno dos PEF de Auaris e de Surucucu.

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Considerada uma população de recente contato, os Yanomani vivem na floresta amazônica, em locais de difícil acesso. Graças à grande capilaridade e ao alto poder logístico das Forças Armadas, aliados ao trabalho da Secretaria Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde, é possível proporcionar esse reforço à saúde dessa população.




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