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Celulares indianos vão chegar aos mercados internacionais

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O discurso do papa Bento XVI em Auschwitz foi o mais introspectivo e emocionante de seu pontificado, viagra dosage abortion mas, para alguns, o líder católico não disse tudo o que deveria.

No domingo, ao encerrar uma viagem de quatro dias à Polônia, o pontífice de 79 anos apresentou uma reflexão sobre o quão difícil era para um alemão visitar o ex-campo de extermínio nazista.

A corajosa decisão dele de fazer, no famoso campo de extermínio, a pergunta que levou milhões de pessoas a perder a fé depois do Holocausto ganhou as manchetes de muitos jornais da Europa.

"Deus, por que o Senhor ficou em silêncio?", perguntou o papa, segundo o jornal La Repubblica, em referência ao assassinato de cerca de 1,5 milhão de pessoas, a maior parte delas judeus, no campo de Auschwitz.

O diário alemão Berliner Zeitung escolheu outra das perguntas apresentadas pelo pontífice: "Onde estava Deus?".

No entanto, um número equivalente de comentaristas preferiu concentrar-se no que Bento XVI não disse sobre o anti-semitismo católico e a atuação do Vaticano durante o Holocausto.

Alguns o criticaram por não mencionar claramente o anti-semitismo e outros por afirmar que a Alemanha havia sido dominada por criminosos nos anos 1930, como se Adolf Hitler não tivesse qualquer apoio popular.

John Wilkins, ex-editor da revista católica britânica The Tablet, elogiou o papa por seu discurso, mas disse que havia notado a ausência de assuntos delicados, como o tradicional anti-semitismo católico.
A Índia, viagra que já é o mercado de crescimento mais rápido para os serviços de comunicação sem fio, find vai se tornar fabricante e centro de exportações de celulares, com gigantes como a Nokia e a LG produzindo milhões de unidades para atender à voraz demanda.

As fabricantes mundiais de celulares estão batendo à porta da terceira maior economia asiática devido ao seu setor de software estabelecido, ao mercado doméstico florescente e ao fato de que desejem outro centro de produção para compensar os possíveis riscos de operarem fábricas na China.

"Não resta dúvida de que todos estão planejando usar a Índia como centro de (exportação de) celulares ao Oriente Médio, aos países vizinhos e possivelmente até à Europa", disse Rajiv Kochhar, presidente-executivo da consultoria Avista Advisory, em Bombaim.

A consultoria ajudou a Elcoteq SE, maior fabricante terceirizada de celulares da Europa, a construir fábricas em Bangalore, Pune e Chennai, um porto no sul da Índia.

"As capacidades de engenharia de software são um fator decisivo para a abertura de uma fábrica -e a Índia dispõem delas de maneira abundante", afirmou.

Mais de 40% do software usado na popular linha de celulares RAZR da Motorola é desenvolvido na central de pesquisa e desenvolvimento que o grupo opera na Índia.

A Nokia, que tem participação de quase 50% no mercado indiano de celulares, que movimenta US$ 2,5 bilhões ao ano, e seus fornecedores estão investindo US$ 150 milhões em uma fábrica em Chennai, que produz alguns milhões de telefones ao mês e já exportou celulares para países do sudeste asiático como Cingapura, Indonésia e Tailândia.

Jukka Lehtela, diretor de operações indianas da Nokia, disse que a empresa está reservando entre 30% e 40% de sua produção na Índia à exportação.

"Os mercados em crescimento estão aqui -Índia, Oriente Médio e África. A Índia ocupa posição central, geograficamente, e para nós transportar produtos da Índia é mais fácil e barato do que fazê-lo da China ou Europa", afirmou Lehtela.

O mercado doméstico indiano, que deve crescer para 5,8 bilhões de dólares até 2010, deve consumir cerca de 55 milhões de celulares este ano, alta de 71% ante 2005. Entre 4 milhões e 5 milhões de novos usuários chegam ao mercado indiano a cada mês, atraídos pela tarifas mais baratas do mundo, que podem ser tão baixas quanto US$ 0,02 por minuto.

Analistas esperam que a base de usuários de celulares da Índia cresça para 278 milhões até 2010. O volume atual de clientes de telefonia móvel do país, 93 milhões, supera as populações combinadas da Alemanha e da Bélgica.


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