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Brasil registra queda de 16% nos casos e mortes causadas por Aids

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O Brasil registrou queda de 16% nos casos e óbitos causados por Aids, de acordo com informações do Boletim Epidemiológico HIV/Aids publicado no final de novembro de 2018. Durante o mesmo ano o Ministério da Saúde registrou diversas ações do governo em parceria com órgãos públicos e hospitais, cuja finalidade foi reduzir os índices de mortalidade e transmissão de Aids.

Foi constatado que no ano de 2012 havia um índice de 21,7 casos a cada 100 mil habitantes, porém, no ano de 2017, o índice de Aids era de 18,3, portanto, houve uma queda de 15,7 %. Sendo que a taxa de mortalidade no período entre 2014 e 2017 caiu 16,5%,pois o número de mortes por 100 mil habitantes era 5,7 (2014) e caiu para 4,8 (2017).

Conforme os dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, no ano de 2006, as mulheres portadoras do vírus HIV com idade entre 25 a 29 anos representavam 30,5% dos casos de Aids no Brasil. Em 2016 entretanto, esse número foi reduzido para 15,0%, totalizando uma redução maior que 50%.

Durante o mesmo período foi registrado queda nos índices de transmissão da doença através de drogas injetáveis, representando 3,2% dos casos entre homens e 1,9% entre as mulheres.

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Como evitar o contágio da Aids?

Para evitar transmissão da Aids, médicos e especialistas recomendam o uso de preservativos durante as relações sexuais. Visto que, conforme informações da Secretaria da Saúde, a transmissão do vírus causador da Aids, o HIV, ocorre através do sêmen e secreção vaginal.

É importante não fazer reutilização de materiais perfurocortantes por exemplo; seringas e agulhas. Tendo em vista que o reúso desses materiais, permitiria o contato do mesmo objeto em ambos organismos (infectado com não infectado), potencializando o risco de contágio.

Em caso de mulheres grávidas portadoras do vírus, existe um alto risco de contágio para o bebê, pois o mesmo é disseminado por meio da placenta. Em outros casos, o contágio acontece no momento do nascimento.
Sabendo que existe a possibilidade de transmissão por meio do aleitamento materno, é necessário acompanhamento médico para reduzir a carga viral, minimizando os riscos de contágio.

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Principais sintomas de Aids

Os sintomas e danos causados pelo vírus HIV, causador da Aids, varia entre os infectados. Mas existe um padrão comum, pois a carga viral se prolifera na corrente sanguínea.

Existem casos, em que o vírus leva um período de 08 a 10 anos para manifestar os primeiros sintomas. Entretanto em 50 % dos casos podem surgir sintomas imediatos, logo após a infecção. São eles:

– Exantemas cutâneos (Erupções na pele

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– Febre

– Discreta Hepatoesplenomegalia (Fígado e baço aumentado)

– Aumento dos gânglios linfáticos (ínguas)

– Alterações no sangue (semelhantes às que ocorrem na Munocelulose infecciosa)

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Na maioria dos casos, esses sintomas somem de forma natural, mantendo a pessoa infectada pelo vírus HIV apenas como portadora deste, por período variável. (a razão da variação é a carga viral do portador). Porém, a partir de um determinado momento, o vírus do HIV passa a destruir os glóbulos brancos (anticorpos que combatem doenças e infecções dentro do organismo), deixando as defesas do organismo muito baixas. Consequentemente, suscetível a doenças infecciosas, tornando-se, portanto, um portador da Aids.
Em caso de contágio ou sintomas de HIV, procure seu médico para realizar o tratamento adequado.

Diagnóstico e Tratamento da Doença

O Ministério da Saúde notificou que, a partir de janeiro de 2019, haverá autoteste gratuito nos hospitais da rede pública (SUS). A princípio a oferta de autotestes será um incentivo para diagnosticar a doença.

Acontecerá como um piloto nas cidades de Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Manaus, São Paulo, Santos, Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, Salvador, Rio de Janeiro e Piracicaba. O processo de expansão ocorrerá de forma gradual, ao longo de 2019.

O resultado do teste é fornecido entre 10 e 20 minutos Nos casos de resultado positivo, é necessário procurar auxílio médico e seguir rigorosamente todas as orientações.

O tratamento é fornecido pelo SUS (sistema único de saúde), e é gratuito.
Na maioria dos casos, o tratamento dos pacientes é realizado através de medicamentos antirretrovirais. Medicamentos que tem como função impedir a proliferação do vírus no corpo humano, resultando em maior longevidade à todos portadores da AIDS.

Na data de 01º de dezembro de 2018 foi comemorado em todo planeta o Dia Mundial de Combate à Aids. Alguns destaques da luta contra a Aids no Brasil foram lembrados neste dia, através dos Relatórios de Monitoramento Clínico do HIV. Estes apontaram que, em 2017, havia uma estimativa de 866 mil pessoas vivendo com o vírus da HIV, sendo que 731 mil pessoas (84 %) haviam sido diagnosticadas, 548 mil (75%)pessoas estavam em tratamento, porém de todos os pacientes que estão em tratamento 92% (503 mil pessoas) estão com carga viral indetectável.

Realização : sulamerica saude online




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