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Associação diz que Governo Federal negou apoio logístico para transporte de caixões a Manaus

No último domingo (26), Manaus registrou o maior número de sepultamentos desde o início da pandemia do novo coronavírus

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Foto: AFP
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Após o colapso funerário em Manaus-AM, a Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário (ABREDIF) solicitou apoio logístico ao Governo Federal. No entanto, o pedido foi negado.

No último domingo (26), Manaus registrou o maior número de sepultamentos desde o início da pandemia do novo coronavírus. No Amazonas, foram registrados 4,3 mil casos de pessoas infectadas com a doença, além de mais de 350 mortes. De acordo com a prefeitura, as mortes ocasionadas por síndromes respiratórias ou outras causas estão sendo registradas como mortes por Covid-19.

A solicitação enviada ao Governo Federal, assinada pelo presidente da ABREDIF, Lourival Antônio Panhozzi, queria apoio logístico para transportar as urnas a caminho de Manaus. A carga está sendo transportada em vários caminhões e pode demorar dias para chegar.

O pedido da ABREDIF, segundo o documento, era para que fosse disponibilizado transporte aéreo de caixões para Manaus. Isto, segundo Panhozzi, possibilitaria uma pronta reposição das urnas, até que as cargas vias terrestres chegassem.

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A associação afirma que o Governo Federal entrou em contato, via Comitê de Crise, e informou que “já adotou ações para minimizar os impactos do coronavírus no Estado do Amazonas, entre elas a entrega de 55 respiradores; 486 mascaras; 46.560 Testes rápidos, e o envio de 29 profissionais da Força Aérea Nacional do Sus (8 medico, 19 enfermeiros e 02 fisioterapeutas)”.

O Sindicato das Empresas Funerárias do Estado (Sefeam) informou que, há uma semana, a média diária na cidade subiu de 30 para 100 enterros. Antes disso, cartórios da capital já estendiam o regime de plantão para atender a alta demanda de registro de óbito.

Ao todo, são 4.337 casos confirmados no Amazonas, dos quais 2.899 são de Manaus e 1.438, do interior do estado. 




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