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SEO para inteligência artificial: do Google ao ChatGPT

SEO para inteligência artificial: veja como marcas brasileiras se adaptam para aparecer no ChatGPT, no Gemini e no AI Overviews

Redação Jornal de Brasília

23/09/2026 18h12

Atualizada 08/10/2026 18h12

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Do Google ao ChatGPT: como as marcas estão se adaptando ao SEO para inteligência artificial

O SEO para inteligência artificial entrou na agenda das marcas brasileiras por um motivo concreto: o caminho do consumidor até a compra ganhou uma nova parada. Antes de visitar um site, muita gente já pergunta ao ChatGPT, ao Gemini ou ao Perplexity qual é a melhor opção. E é nessa resposta que a decisão começa a ser tomada.

O Google continua sendo central. O próprio buscador, porém, passou a exibir resumos gerados por IA no topo da página, o AI Overviews. Ou seja, mesmo quem não abandonou a pesquisa tradicional já está lendo respostas sintetizadas por máquinas.

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Uma transição que acontece em camadas

A mudança não foi abrupta. Primeiro vieram os trechos em destaque, que respondiam perguntas diretamente no Google. Depois, os assistentes de voz. Agora, os modelos de linguagem que conversam, comparam e recomendam.

Em cada etapa, o número de marcas visíveis diminuiu. Uma página de resultados mostra dez links. Uma resposta de IA costuma mencionar dois ou três nomes. Para as empresas, isso significa uma vitrine menor e uma competição mais acirrada por ela.

O que os modelos levam em conta

As IAs tendem a citar marcas que aparecem descritas de forma clara e consistente em várias fontes confiáveis. Site oficial, reportagens, diretórios, avaliações e menções em portais ajudam a formar essa imagem. Quanto mais coerente o conjunto, maior a chance de citação.

Como as marcas estão reagindo

O primeiro movimento das empresas tem sido o diagnóstico. Equipes de marketing começaram a testar perguntas nos assistentes e a anotar quem aparece. Muitas descobriram que concorrentes menores estavam sendo recomendados em seu lugar.

O segundo movimento é a revisão do site. Páginas institucionais genéricas dão lugar a páginas específicas por serviço e por região, que respondem de forma objetiva às dúvidas do público. A lógica do SEO para IA é escrever para pessoas, mas organizar para máquinas.

Agências ganham novo papel

Nesse cenário, a escolha de uma agência de marketing digital com domínio técnico passou a pesar mais. Não se trata apenas de produzir conteúdo, mas de entender dados estruturados, acesso dos robôs de IA ao site e consistência de informações entre canais.

A Agência WB.P, eleita Agência Digital do Ano no Prêmio ABC 2024, é um exemplo de operação que incorporou essa frente. Com mais de 400 marcas atendidas, entre elas nomes como Atacadão e Giuliana Flores, a agência passou a tratar presença em IA como parte do trabalho de aquisição orgânica.

A visão de quem acompanha a mudança de perto

À frente da Agência WB.P está Alex Pinhol, empresário que integrou a lista Forbes Under 30 em 2020 e que fundou sua primeira empresa, a Webfoco, aos 22 anos. Ele conta que viu o Google pela primeira vez aos 16, trabalhando em uma agência de publicidade, e percebeu ali que a forma de encontrar clientes ia mudar.

Duas décadas depois, a leitura se repete com a IA. Como especialista SEO e GEO, Pinhol defende que as marcas parem de pensar apenas em posição e passem a medir em quantas respostas são citadas, em quais modelos e com que frequência.

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                           Alex Pinhol: CEO Vynco · CEO Agência WB.P · Investidor Levu 

Da estratégia à ferramenta      

Foi a partir dessa necessidade que ele fundou a Vynco, uma plataforma de SEO para IA que cria páginas, publica conteúdo e monitora a presença da marca no Google, no AI Overviews, no ChatGPT, no Gemini, no Perplexity e no Bing.

A ferramenta também atua como plataforma de GEO, a disciplina que otimiza conteúdo e reputação para motores generativos. Em vez de prints isolados, ela calcula taxas de citação ao longo do tempo, já que as respostas das IAs variam a cada consulta.

O que observar daqui para frente

Para as marcas, a transição do Google ao ChatGPT não exige abandonar o que funciona. Exige ampliar. O SEO técnico, o conteúdo de qualidade e a reputação continuam sendo a base. O que muda é a forma de medir e o tipo de resposta que se busca.

Empresas que começarem agora a acompanhar sua presença nas IAs terão histórico, aprendizado e vantagem quando o hábito de perguntar à máquina se tornar ainda mais comum. As que esperarem podem descobrir tarde demais que o espaço dentro das respostas já foi ocupado.

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