Na vitivinicultura, o tempo é decisivo. Para a Chandon, ele tem data certa: janeiro. É nesse mês que nascem todos os seus espumantes no Brasil. A Vindima 2026 começa nos primeiros dias do ano e segue uma escolha técnica inegociável da marca: 100% das uvas destinadas à produção de espumantes são colhidas nos primeiros 30 dias de janeiro.
A decisão não é simbólica nem comercial. Para elaborar um espumante de qualidade, a matéria-prima precisa apresentar características muito específicas, como o equilíbrio preciso entre acidez e teor de açúcar, além de um perfil aromático delicado, marcado por frescor e notas frutadas. Esse ponto exato de maturação é alcançado apenas nesse curto período do ano.

A base dos espumantes Chandon nasce de variedades historicamente adotadas pela marca: Moscato, Riesling Itálico, Chardonnay e Pinot Noir. A escolha dessas castas é resultado de mais de cinco décadas de pesquisa no Brasil, dedicadas à compreensão dos diferentes terroirs.
As primeiras uvas da Vindima 2026 começaram a chegar à vinícola de Garibaldi no início de janeiro, trazidas por parceiros da Serra Gaúcha. São famílias de viticultores que trabalham em parceria com a vinícola ao longo de todo o ciclo da videira.

“A vindima é o momento em que todo esse trabalho se materializa”, afirma o enólogo-chefe Philippe Mével.
A logística da colheita segue critérios rigorosos, garantindo que as uvas sejam processadas imediatamente após a chegada à vinícola, o que preserva frescor e qualidade.
Presente no Brasil desde 1973, a Chandon foi a primeira vinícola do país dedicada exclusivamente à produção de espumantes. A Vindima 2026 celebra o encontro entre natureza, técnica e pessoas, lembrando que cada espumante nasce muito antes de chegar à taça.