Você sabia que 6 de novembro é o Dia Nacional do Riso?
A celebração tem origem no Dia Mundial do Riso, criado em 1998 pelo médico indiano Dr. Madan Kataria, fundador do movimento Yoga do Riso (Laughter Yoga). No Brasil, a data foi incorporada ao calendário nacional como forma de valorizar um gesto simples e poderoso, capaz de promover saúde emocional, física e psicológica, estimular o bem-estar e fortalecer relações humanas por meio da positividade e gentileza.
Embora ainda não exista uma lei federal que institua oficialmente o Dia Nacional do Riso, a data é amplamente divulgada por profissionais da saúde, comunicação e educação, que reconhecem o impacto desse ato no equilíbrio emocional e na convivência social.
O poder do riso na comunicação
O riso é mais do que um gesto — é uma resposta neurofisiológica e social que libera endorfinas, os hormônios responsáveis pelo prazer e pela analgesia natural.
Ele reduz o estresse, diminui a tensão corporal, melhora o humor e, consequentemente, fortalece os relacionamentos interpessoais.
Além disso, o riso contagia quem está por perto, cria vínculos, estimula o sistema límbico — área do cérebro ligada às emoções e à empatia — e funciona como uma verdadeira ferramenta de regulação emocional.

Na comunicação, o riso tem um papel estratégico: aproxima, humaniza e facilita a escuta. Também é um indicativo de acessibilidade e abertura emocional.
O sorriso autêntico — conhecido como sorriso de Duchenne, quando até os olhos sorriem — transmite confiança, credibilidade e leveza.
Pessoas que sorriem com frequência tendem a ser mais saudáveis, contribuem para um ambiente organizacional positivo e estimulam a criatividade, a cooperação e a resiliência emocional.
Em contextos de palco e plateia, o riso é um aliado do orador. Ele quebra o gelo, reduz o nervosismo e envolve o público em uma atmosfera mais leve e descontraída. Afinal, a plateia brasileira aprecia a “janela do sorriso” — a chance de rir e se conectar de forma genuína.
Cuidados
O riso precisa ser autêntico e congruente. Deve surgir no momento certo e em contextos apropriados, evitando parecer forçado ou fruto de nervosismo. Como canta Frejat em Amor pra Recomeçar:
“Que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero.”
Em apresentações, o riso deve ser um recurso dinâmico, usado quando se aplica — sem transformar a fala em um stand-up comedy.
Sorria sempre que puder, mas lembre-se: não é preciso sorrir o tempo todo.
No fim das contas, rir é um ato de humanidade.
Seja feliz no palco, com as pessoas, com a vida — e esbanje um belo sorriso!