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Caso Jeffrey Epstein: o maior escândalo da humanidade se sustentou por uma comunicação codificada

Documentos revelados expõem mensagens ocultas e códigos usados para proteger identidades, dificultar investigações e sustentar o sigilo por trás de crimes que chocaram o mundo

Luana Tachiki

12/02/2026 15h23

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Foto: Gerada por IA

A comunidade mundial está estarrecida, colérica e nauseada diante da tamanha barbárie que o caso Jeffrey Epstein vem apresentando após a divulgação de documentos que o próprio governo americano autorizou, por meio de uma nova legislação promulgada no final de 2025, mediante pressão da população norte-americana. A verdade é que esses documentos contêm vídeos, fotos e e-mails codificados que trouxeram informações intragáveis para a população mundial. O que antes circulava como teoria da conspiração hoje gera náuseas e repulsa diante da perversidade humana comprovada com depoimentos documentados, imagens e conversas comunicadas por meio de mensagens subliminares, símbolos ocultistas e códigos, utilizados para manter sigilosos assuntos criminosos e macabros.

Por que utilizaram uma comunicação em códigos?

Uma comunicação codificada envolve uma mensagem com informações ocultas, garantindo que apenas os conhecedores tenham a chave correta para sua compreensão, o que é vital para o sigilo das fontes envolvidas e a integridade dos dados em caso de vazamento. Quem domina o código domina o jogo. O código não é apenas sobre esconder, é sobre escolher quem pode acessar a mensagem. Trata-se de uma comunicação de alto nível utilizada desde os primórdios da humanidade.

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Imagem: U.S Department of Justice 

A interação por código foi um trunfo para confundir quem não conhecia os códigos secretos e hoje atrapalha as investigações. Muitos nomes listados, incluindo políticos, pessoas famosas da alta sociedade, milionários e magnatas, já deveriam estar presos cumprindo penalidades. Mas essas dificuldades, entre outras, como as decorrentes de um sistema corrompido, impedem que haja punição com total vigor. Tanto as autoridades quanto o público que teve acesso aos documentos, que antes estavam sob sigilo judicial, não têm total clareza sobre todos os culpados, mas sabem que muitos merecem pagar pelos crimes hediondos e horripilantes revelados no maior escândalo da humanidade. Existem tantas informações que o excesso acaba gerando confusão, e um dos desafios está na distinção entre os contatos da socialite e os autores das ações criminosas junto a Jeffrey Epstein e sua ex-companheira Ghislaine Maxwell.

Em meio a tantas informações, muitos vídeos ficam soltos, mudando o contexto, gerando fake news e dificultando a construção de uma narrativa concreta e sólida para a identificação dos reais envolvidos e culpados pelos crimes cruéis envolvendo crianças e adolescentes. Mesmo com a verdade macabra escancarada diante do público mundial, ainda existem lacunas que confundem e impedem as autoridades de agirem como deveriam.

Muitos nomes citados na lista de contatos de Jeffrey Epstein serão punidos com todo o rigor da lei, é o que a população mundial reivindica. No entanto, alguns podem sair ilesos devido às lacunas, aos códigos indecifráveis e a outros fatores que envolvem corrupção e interesses políticos.

Código é poder porque protege o poder. As interações codificadas de Epstein e seus clientes foram estrategicamente utilizadas para confundir infiltrados e garantir o sigilo das identidades envolvidas nos atos desumanos e tenebrosos que envolveram exploração sexual de crianças, crueldade, rituais e outros crimes.

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Imagem: U.S Department of Justice 

Qual o objetivo da comunicação por códigos?

O objetivo é controlar quem entende a mensagem e confundir quem não entende, afastando curiosos da real intenção da comunicação. Mas ela também pode ser utilizada para salvar vidas e servir estrategicamente ao bem.

Basicamente, ela serve para:

Proteger informação
A mais óbvia. Quando não se quer que qualquer pessoa compreenda o conteúdo. Guerras, estratégias militares, negociações políticas, dados bancários e mensagens íntimas utilizam códigos para garantir confidencialidade, segurança e privacidade. Código é poder porque protege o poder.

Criar pertencimento
Nem todo código é militar. Grupos utilizam códigos para criar identidade, como gírias de tribos urbanas, linguagem corporativa, jargões profissionais e referências internas. Quando apenas os integrantes compreendem, o grupo se fortalece. Código também é vínculo.

Fugir da censura
Em contextos de repressão, códigos salvam vidas. Artistas, jornalistas e movimentos sociais utilizam metáforas, ironias, símbolos e duplo sentido. Trata-se de uma comunicação estratégica quando falar abertamente pode ser perigoso.

Estratégia e vantagem competitiva
No mundo empresarial e político, controlar a informação significa negociar melhor, antecipar movimentos e influenciar resultados.

No caso Epstein, existia muita comunicação codificada, oculta, secreta e subliminar. Tudo possuía algum emblema representativo. As mensagens subliminares estavam presentes nas decorações bizarras, na arquitetura da casa na ilha e em elementos associados a histórias de seitas e rituais. Estavam nas cores da casa, nos nomes de e-mails e em diversos detalhes, todos carregando mensagens ocultas.

O mundo começou o ano de 2026 em choque, primeiro com o caso Orelha e agora com o caso Jeffrey Epstein. Pessoas em todo o mundo estão petrificadas, nauseadas e deprimidas diante de tanta maldade e selvageria, especialmente por partirem de indivíduos que detêm poder e pertencem a uma classe elitizada. Mas essa história ainda está começando. Mesmo em meio à confusão, à mistura de fatos com criações de inteligência artificial, realidade com sensacionalismo e informações concretas com teorias da conspiração, a verdade já foi escancarada. E, infelizmente, ela não pertence ao universo dos contos infantis, mas sim a uma realidade macabra, cruel e desumana. Ainda assim, há uma expectativa mundial de que todos os envolvidos paguem pelos crimes cometidos contra a humanidade.

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