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Sem Firula

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A cidade do Rio de Janeiro, por conta de tudo o que aconteceu há uma semana, passou as últimas horas em estado de alerta/emergência/atenção devido à previsão de novas chuvas intensas.
As escolas tiveram as aulas canceladas.
Foram expedidos avisos para que as pessoas evitassem sair de casa e prestassem atenção ao possível acionamento de sirenes em áreas de risco.
Mesmo assim, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro manteve (pelo menos até o momento em que a coluna era escrita e havia condição de alterar) o jogo entre Vasco e Rezende, pela semifinal da Taça Guanabara – partida que já havia sido adiada, de domingo, por conta da tragédia ocorrida no Ninho do Urubu.
O jogo entre Flamengo e Fluminense, programado para esta quinta-feira, também foi mantido.
Até aí, uma decisão louca, porém “compreensível”, tendo em vista a questão do calendário.
Estranhou o “compreensível”? Eu também.
Mas foi proposital.
O jogo foi mantido, rádios, jornais e televisão (o jogo constava na programação da emissora que detém os direitos de transmissão) se mobilizaram e a Federação…
Bem, a Federação suspendeu a venda de ingressos.
Não, o colunista não se enganou.
Desde a tarde de terça-feira os ingressos para a partida pararam de ser vendidos.
Deu para entender?
No futebol profissional, os cartolas mantêm a realização da partida, mas dizem ao torcedor para não comparecer.
Dizem, não!
Proíbem, parando a venda de ingressos.
Se contar isso em Marte vão pensar que nós somos loucos.
Ah…
Para o Fla-Flu já temos mais de 41 mil ingressos vendidos – a Nação esgotou todos os setores que estavam à sua disposição.
Como a previsão de risco termina na manhã desta quinta-feira, para o clássico as vendas permanecem.

Disponíveis
Zidane deixou o Real Madrid há meses e ainda não voltou a trabalhar.
Comenta-se que seu nome está sendo cotado para assumir o Chelsea, no lugar do italiano Sarri – pegou mal entre os cartolas do clube a goleada diante do Manchester City.
José Mourinho também está na pista.
Desde que foi derrubado no Manchester United (não há outra forma para tratar do tema) pelos jogadores, o português ficou sem um banco de reservas para chamar de seu.
Especulações foram muitas.
Até o futebol brasileiro entrou na dança.
Só que, aqui, só a CBF teria condições de bancar seu salário – caso ele queira manter os níveis europeus, é claro.
Mas por lá, infelizmente, continuam enfeitiçados por Tite e seu discurso messiânico.


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