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Sem Firula

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Último sábado do ano.

Daqui a uma semana já teremos a Copa São Paulo de Juniores para falar, quebrando o jejum nacional de futebol.
Será uma boa oportunidade, também, para começarmos a ver alguns jogadores que poderão estar nas equipes principais em breve.

Escrevo isso, com sinceridade, sem muito otimismo.

Cada vez mais cedo os melhores estão indo embora.

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E, na contramão, nossos clubes insistem em repatriar veteranos já cansados de guerra.

Talvez os cartolas tenham explicação para isso, acho difícil porém que me convençam.

Para o esporte em geral o ano que está chegando será pródigo.

Vamos começar pelo próprio futebol.

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Cada vez mais desvalorizados e espremidos, dia 20 de janeiro, em quase todo o país, começarão os Estaduais.

Como as prioridades, cada vez mais, são outras competições, já sabemos que no Rio Grande do Sul Grêmio e Internacional irão jogar com times alternativos.

Se a situação ficar ruim, entram os titulares – lembram ano passado, quando o tricolor chegou a ficar ameaçado pelo rebaixamento? No fim, acabou campeão estadual.

No Paraná o Athletico Paranaense já avisou que irá manter a tática da temporada passada: sub-23 no Estadual.
E Coritiba e Paraná estão tão por baixo que… Bem, talvez venha alguma novidade do interior.

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Com o São Paulo na pré-Libertadores e o Palmeiras direto na fase de grupos, o Campeonato Paulista deverá tornar-se um laboratório para os grandes.

Só que por lá os times do interior costumam complicar a vida dos grandes e aí…

Em Minas Gerais, o mesmo problema do Rio Grande do Sul, com Cruzeiro e Atlético Mineiro na Libertadores – o Galo na pré, sofrendo ainda mais.

Estadual? Deixa para pensar depois.

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No Nordeste, o Ceará vive a euforia de ter dois times no Brasileiro da Série A (logo, aquecendo as turbinas no Estadual).
Pernambuco, ao contrário, vai mal. E o regional pode ajudar a reacender a chama na galera.

A Bahia vive clima de indefinição, o Vitória recolhendo os cacos do rebaixamento.

Misturada aos Estaduais começará a Copa do Brasil, com seus milhões e milhões de premiação – além da vaga para a Libertadores.

Depois, vem o Brasileiro, que mais uma vez será interrompido por conta de um torneio internacional.
Teremos Copa América no Brasil em 2019.

E, apesar de Tite dizer que não temos obrigação de vencer, imaginem o que irá acontecer com o público se nossa campanha for vexaminosa no torneio.

Brasileiro ficará às moscas…

Rezando para que consigamos ao menos uma vitória nas duas partidas que faltam na classificação, teremos o Mundial masculino de basquete, na China.

O esporte da bola laranja, que já foi o segundo no coração dos torcedores brasileiros, precisa desta vaga.

As últimas e decepcionantes participações (quando aconteceram) em eventos internacionais afastaram os torcedores do basquete.

A desatenção de alguns jogadores só fez aumentar o clima de velório em torno do basquete.

Jogar o Mundial, na China, seria um ótimo recomeço – lembrando que em 2020 teremos Jogos Olímpicos e, tirando 2016, quando por sermos sede tivemos vaga direto (e não passamos da primeira fase), há tempos não emplacamos uma boa figura.
Ah… Teremos também o Pan-Americano em Lima.

Outro evento que pode mostrar (ou não) que estamos no caminho certo para uma boa participação em Tóquio.

Mas aí já é conversa para daqui a um ano.


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