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Sem Firula

Ninguém me ama…

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Aos adversários e rivais, o título não se refere a mim. Estou falando do momento que vive o Corinthians para contratar um novo treinador após a saída de Tite. Pode ser que, quando o leitor tiver acesso a esta coluna, tudo tenha mudado e até esteja acontecendo uma fila na porta do Itaquerão para assumir o comando o corintiano, mas enquanto escrevo… Difícil saber qual a razão que leva tantos profissionais, incluindo estrangeiros, a dizerem não ao Timão. O Corinthians é o atual campeão brasileiro, está ali, na briga por mais um título; tem dinheiro; tem bons jogadores… Então, qual o mistério? Um amigo, consultado para dirigir a equipe me falou que há o temor (1) do desmanche e (2) da reação da Fiel aos possíveis maus resultados – a lembrança, ou “o fantasma de Tite”, como disse o amigo, seria muito forte e poderia atrapalhar qualquer trabalho a ser desenvolvido no alvinegro paulista.

De olho no Sul
As atenções do futebol brasileiro estarão voltadas, esta tarde, para Florianópolis. E por uma razão muito simples: o Figueirense receberá, no Orlando Scarpelli, às 16h, o Internacional, líder absoluto do Brasileiro. O Colorado vem realizando uma campanha acima da própria expectativa e, na avaliação dos rivais, precisa dar logo um tropeço para evitar que a vantagem aumente e o time “encorpe”. Como esta nona rodada promete um grande perde-ganha entre os clubes que ocupam as primeiras colocações… São Paulo e Flamengo, se enfrentarão no Mané Garrincha; o Corinthians receberá o Botafogo (que precisa somar pontos para escapar da parte de baixo da tabela) no Itaquerão; o Grêmio terá pela frente o Cruzeiro (que está no Z-4); e por aí vai. Entenderam porque a secagem dos adversários ao Internacional?

Milagre?
Ainda vai estar rolando jogo do Brasileiro, mas assim que terminar, pegue o controle remoto e procure o sétimo e decisivo jogo da NBA, que acontecerá esta noite. O Golden State Warriors abriu 3 a 1 na série final e permitiu que o Cleveland Cavaliers empatasse a decisão. Se o time de Cleveland vencer hoje, será a primeira vez na história que uma equipe vira a série decisiva depois de estar perdendo por 3 a 1. Bom motivo para ver LeBron James e Stephen Curry, dois cracaços.

Novidade
Adoro automobilismo. Acompanho desde os anos 70, quando começaram as transmissões e vibrava com Emerson Fittipaldi e José Carlos Pace – depois, claro, Piquet e Senna. Quando há alguma novidade, então… Hoje teremos a realização do primeiro GP de Fórmula 1 em Baku, a capital do Azerbaijão. Estive por lá há uns dois anos e meio. A cidade é linda. Mescla modernidade e tradição. À noite você se sente em Las Vegas, tantos são os letreiros de neon que colorem os altos edifícios da cidade. Há um lindo boulevard à beira mar onde se pode passear com tranquilidade – tranquilidade mesmo, não há riscos de assaltos e outras violências. Ontem, no treino que definiu a pole de Nico Rosberg, fiquei admirando o interessante circuito de rua que foi montado nas largas avenidas de Baku. Fiquei catando os pontos da cidade onde passeei. Deu para ver o hotel onde me hospedei (com uma piscina interna aquecida no 31º ou 32º andar), o castelo… Vale a pena conferir.

Ambição suíça
Um empate, apenas um empate contra a França (já classificada), garante a classificação da Suíça à segunda fase da Eurocopa. Se bem que, dependendo do resultado do jogo entre Romênia e Albânia, até mesmo perdendo o pessoal dos chocolates e dos relógios pode se classificar – se os albaneses vencerem, não vão a lugar algum e de quebra detonam os romenos. As duas seleções estão invictas e a França só está com a vaga nas mãos por ter marcado duas vezes após os 45 do segundo tempo contra a Albânia. Poderia estar tudo embolado. Mas não está e, repito, o perigo da Suíça é a França querer mostrar jogo para seus torcedores – tanto que não deverá poupar nenhum dos titulares.


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