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Sem Firula

Menos três

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Com a seleção fazendo graça em Manaus até chegar na Colômbia para o jogo de amanhã, pelas eliminatórias do Mundial de 2018, restou o jogo entre Grêmio e Sport, que ficou “devido” da 22ª rodada do Brasileiro, para animar o sábado de futebol no Brasil.
E, verdade seja dita, o tricolor gaúcho fez a sua parte.
Independente dos possíveis problemas que estejam ocorrendo nas terras pernambucanas (o treinador Vanderlei Luxemburgo detonou o time falando abertamente em falta de empenho por parte de alguns jogadores), o Grêmio atropelou o Sport e, com os três pontos conquistados, trouxe para sete a diferença até o Corinthians, ainda o líder da Série A nacional.
Claro que a distância ainda é boa, suficiente para manter a tranquilidade no time de Carille, mas se levarmos em conta que há um confronto direto programado, a distância pode cair ainda mais – e aí, com outras 15 partidas pela frente…
Renato Portaluppi, por incrível que possa parecer, pode ser o grande obstáculo para a reação do seu time – não esqueçam que ele é o treinador gremista. Sua postura após a partida contra o Sport, de querer parecer conhecedor de tudo e todos, ironizando questões sobre a próxima partida do Grêmio (contra o Vasco, no Rio), enfim…
O Brasileiro continua nas mãos do Corinthians. Se o time paulista fizer, a partir de agora, uma campanha “normal” (não aquele vareio de bola que deu no primeiro turno, quando bateu 80% de aproveitamento), só será superado pelo Grêmio se, aí sim, a equipe gaúcha jogar “fora da curva”.
Repito: o Brasileiro ainda está nas mãos do Corinthians. E a postura que Renato Portaluppi continua a assumir não melhora em nada as chances do Grêmio. Lembrando, ainda, que o tricolor gaúcho terá dois difíceis duelos contra o Botafogo, pela Libertadores, enquanto o Timão vai jogar um mata-mata duro pela Sul-Americana.
Terceirona
Não posso negar: me amarro nas lutas do acesso nas séries B, C e D.
A possibilidade de ver um time galgar um novo patamar em sua história (como fez o Atlético Acreano, que em 2018 irá disputar a Série C nacional) me emociona.
Este ano, a Terceirona está para lá de equilibrada.
Ao contrário dos anos anteriores, o Fortaleza não conseguiu disparar na pontuação nesta fase de grupos – e, apenas para relembrar, o Leão do Pici terminava em primeiro e caía logo depois no primeiro mata-mata.
Assim, já estão garantidos nos jogos eliminatórios o Sampaio Correia e o CSA, no Grupo A (talvez o Fortaleza também tenha conquistado essa vaga na partida de ontem à noite, contra o Confiança); e o São Bento no Grupo B (Tupy e/ou Volta Redonda podem carimbar seu passaporte hoje).
Complicada está a vida do Remo, que tem lotado o Mangueirão: depois de abrir 2 a 0 numa partida recente contra o Confiança, o time paranaense cedeu o empate e, agora, precisa de uma combinação de resultados para passar ao mata-mata.
Tudo igual
Desta vez a CBF parou o Brasileiro durante os jogos das eliminatórias. Mas foi só ela.
No Uruguai, que ainda luta por uma vaga, o campeonato nacional continua a toda. O mesmo acontece na Bolívia.
Fica, então, a pergunta para os intelectuais que tudo sabem, os engenheiros de obras prontas: será que isso explica que o problema é geral, e não apenas do Brasil, ou apenas eles, os “analistas” sabem fazer as coisas certas?


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