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Quatro jogos, hoje, abrem a 32ª rodada do Brasileiro da Série A.

Em São Paulo, o Santos recebe o Atlético Mineiro com Elano no comando da equipe. Para o time da Vila Belmiro é a última chance, mesmo, de ainda lutar pelo título nacional este ano – e, mesmo assim, contando com uma forcinha do Palmeiras, amanhã. Para o Galo, um restinho de esperança, em caso de vitória, de lutar por uma vaga no G-4, que virou G-6, que passou a G-7 e pode chegar a G-9 (se o Grêmio for campeão da Libertadores e o Flamengo faturar a Sul-Americana). Sabem qual a posição do alvinegro mineiro neste momento? É o décimo colocado, com o mesmo número de pontos do Atlético Paranaense. Tem de vencer e torcer. Só.

No Rio, teremos Botafogo x Fluminense, no Engenhão. O Botafogo está com um pé no grupo de classificados para a Libertadores em 2018. Só que este pé não o garante na fase de grupos. E neste ano, a equipe de Jair Ventura teve de começar a temporada decidindo no mata-mata da pré-pré Libertadores. Muito desgaste. No lado tricolor, a dúvida é saber como o time reagirá à eliminação na Copa Sul-Americana, diante do Flamengo. Não custa lembrar que a equipe comandada por Abel Braga ainda corre riscos de rebaixamento. E o fator psicológico será fundamental nesta reta final de Brasileiro.

Um tiquinho mais tarde, no Serra Dourada, o Atlético Goianiense, virtualmente rebaixado, recebe o São Paulo. Uma derrota praticamente decreta a queda do Dragão – e salva o tricolor paulista. Com 40 pontos ganhos, o time de Hernanes pode salvar-se com um triunfo na noite de hoje, ainda que os matemáticos não garantam que com 43 pontos ganhos os riscos terminem. O colunista, porém, garante: se o São Paulo vencer hoje estará livre de qualquer ameaça de queda. Anotem e me cobrem depois.

E já que falamos em rebaixamento, fechando a noite deste sábado teremos uma partida para lá de decisiva para o Z-4.

Na capital paranaense, o Coritiba terá pela frente o Avaí. Os dois times estão com 35 pontos ganhos, mas o Coxa está em 16º lugar e o Avaí em 18º, ou seja, o dono da casa está fora do Z-4; o visitante, dentro – desempate no número de vitórias. Quem perder começará a conviver de forma ainda mais intensa com o fantasma da Série B. Um empate é péssimo para ambos, que poderão perder posições para a Ponte Preta e para o Sport.

Tensão total no Couto Pereira.

 

Definidos

Os torneios continentais chegam à reta final.

Na Libertadores, a decisão será entre o surpreendente Lanús, da Argentina, e o Grêmio – que passou a temporada inteirinha pensando apenas nisso.

A equipe argentina chega à briga pelo título com o moral em alta: eliminou, de forma improvável, o River Plate com uma vitória de virada por 4 x 2. E num jogo que teve até a intervenção do árbitro de vídeo.

No lado brasileiro, o Grêmio joga o erguimento de uma estátua de Renato Portaluppi no Olímpico – assim que assumiu a equipe, ano passado, ele afirmou que se ganhasse a Libertadores iria exigir um estátua no estádio gremista. Se vai conseguir, não sei, mas uma coisa é certa: se chegar ao título será o primeiro brasileiro a festejar a conquista como jogador (no próprio Grêmio) e como treinador.

Na Sul-Americana estamos, ainda, nas semifinais.

E há uma distribuição de nações entre os participantes.

Do Brasil, o Flamengo – que enfrentará o Junior Barranquilla, da Colômbia, que na noite de quinta-feira confirmou sua vaga diante do Sport.

Na outra perna, Libertad, do Paraguai, e Independiente, da Argentina – e uma curiosidade: o time paraguaio eliminou um argentino (o Racing) e o argentino detonou um paraguaio (o Nacional).

Favoritos? Na Libertadores, sinceramente, não há. Na Sul-Americana, o Flamengo aparece com um “quezinho” de força a mais dos demais.

Voltando às contas do Brasileiro, se Grêmio e Flamengo faturarem, melhor para Vasco, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense e, quem sabe, até São Paulo. O G-4 vira, então, G-9.

 

Mala?

Achei interessante a reação de Cássio, goleiro do Corinthians, quando questionado sobre a possível “mala branca” que seu time teria enviado ao Cruzeiro, para “jogar duro” contra o Palmeiras.

Quando soube do valor, Cássio sorriu e detonou : “500 mil? A situação nossa aqui não dá para pensar nisso tudo, não”, como que dizendo que a situação financeira corintiana é de débitos em casa, não permitindo, então, gastos “na rua”.

Pelo sim, pelo não, alguns companheiros de Cássio foram procurar a cartolagem corintiana – obviamente receberam a resposta de que não houve nada disso e que a confiança é nos seus resultados para o Timão faturar o Brasileiro.

Resta saber como será a reação amanhã, na partida contra o Palmeiras.


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