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Sem Firula

Caladinha

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A seleção brasileira está reunida nos Estados Unidos.

Jogará por lá dois amistosos.

Um na sexta-feira, contra os donos da casa; outro dia 11, contra El Salvador.

Nenhum dos dois adversários esteve na Copa do Mundo.

Isso até nem quer dizer muito, afinal, Itália e Holanda também não foram.

Mas…

Desde 2006 o Brasil não ganha de nenhum europeu nos mata-mata de Copa do Mundo.

Não seria melhor enfrentar algum rival do Velho Continente?

E, de quebra, não desfalcar os times que estão participando do Brasileiro, da Copa do Brasil, da Libertadores e da Sul-Americana?

Na força

Os três primeiros colocados do Brasileiro entrarão em campo esta noite.

O São Paulo, líder, vai até Belo Horizonte enfrentar o Atlético Mineiro, que anda distante das primeiras colocações.

Em Porto Alegre jogarão Internacional e Flamengo, respectivamente segundo e terceiro lugares.

Lembrando que o rubro-negro, dependendo da combinação de resultados, não só pode reassumir a vice-liderança, pertinho do tricolor paulista, como pode cair até para o quinto lugar (amanhã, dependendo dos resultados de Palmeiras e Grêmio).

Promete ser uma noite interessante e cheia de emoções.

E com estádios cheios, o que é importante.

Só não consigo entender porque não deixam estas partidas de grande apelo para os fins de semana.

Por que o Flamengo, hoje, por exemplo, não joga contra algum rival nordestino, onde é sempre grande atração e lota estádios?

Vamos ver como estará a classificação ao término desta rodada.

Chatice

Está muito chato o mundo do politicamente correto.

Este colunista admite (e até tem orgulho) ser politicamente incorreto.

Vejam a repercussão da vaia que Lewis Hamilton recebeu no pódio do GP da Itália de Fórmula 1.

Estão falando em falta de educação, falta de esportividade e sei lá mais o que.

Absurdo.

Fazem com que me lembre das críticas que nós brasileiros recebemos em 2016, quando da competição do salto com vara.

Esqueceram?

Thiago Braz disputava, salto a salto, o ouro com o francês Lavillenie.

A galera, que encheu o Engenhão, gritou, cantou, vaiou o francês…

E fomos acusados de falta de esportividade por isso.

Caramba… Estávamos em casa, com um compatriota se superando e superando uma marca mundial.

Queriam o quê?

No caso da Fórmula 1, os torcedores (nem todos italianos) estavam tristes com a derrota de sua Ferrari – uma paixão internacional.

Nada além disso.

Daí a buscarem aspectos antropológicos…

Bando de gente chata.


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