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Livre brincar é tema do “Marco Zero 2017”

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“Brincar é urgente!” Essa é uma das falas que resume a participação de Andrea Jabor, no documentário “Tarja Branca”, produzido pela “Maria Farinha Filmes”. Dedicada a projetos artísticos para a primeira infância, a coreógrafa, bailarina e diretora faz apresentação gratuita em Brasília pelo “Festival Internacional de Dança em Paisagem Urbana Marco Zero”.

O lugar escolhido é o pilotis de um prédio residencial na 104 sul (bloco G). O objetivo é reforçar a ideia de que esse tipo de espaço deve ser ocupado pelas crianças, suas brincadeiras e criações. A performance “A Rainha e o Mundo” é direcionada aos pequenos que têm entre 2 e 6 anos de idade. Eles são convidados a entrar no mundo lúdico por meio de experiências extraordinárias com a música, a dança e o movimento.

Vestida com grandes saias infláveis e flutuantes, a Rainha se transforma o tempo todo, construindo e desconstruindo o lugar das pessoas e das coisas. As saias se transformam em pequenas casinhas e cabanas de onde as coisas entram e saem, surgem e somem e de onde a Rainha se ergue, desaparece e se transforma em formas nem sempre identificáveis. O cenário é uma “floresta suspensa” feita com 100 balões brancos de gás hélio que flutuam.

Onde e quando:

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29 de abril de 2017, sábado, às 11h
Local: Pilotis 104 sul – bloco G
De graça!

Sobre Andrea Jabor: Bailarina, coreógrafa e diretora, Andrea dedica-se a projetos artísticos e educativos voltados para a primeira infância. É a fundadora da companhia “Arquitetura e Movimento”, que tem mais de 10 espetáculos, e já conquistou importantes prêmios nacionais, como “Encena Brasil” e “Prêmio Funarte Petrobrás Klauss Vianna”, entre outros. Os espetáculos já foram vistos nos principais festivais do Brasil e em países como Portugal, Itália, Bélgica, Inglaterra, França e Holanda.

Sobre o Marco Zero: Quarta edição do Festival Internacional de Dança em Paisagem Urbana acontece em Brasília de 26 a 30 de abril. Todas as apresentações são gratuitas e em locais públicos, como a Torre de TV, Rodoviária do Plano Piloto e Praça do Relógio. Além de performances artísticas relacionadas à arquitetura de Brasília, o Marco Zero propõe reflexões sociológicas sobre o espaço urbano e sua ocupação pelo povo, os limiares entre o corpo individual e o social, Lei do Silêncio e representatividade LGBTI, entre outros. O evento tem patrocínio do FAC, Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. Idealização de Marcelle Lago e curadoria de Flavia Meireles.


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