fbpx
Siga o Jornal de Brasília

Moda

Manequins convidam para comer e se vestir bem em restaurantes da Lituânia

Proprietários de restaurantes e lojas de roupa de Vilnius tomaram essa iniciativa de ajuda mútua após a flexibilização das medidas contra a Covid-19

Avatar

Publicado

em

Fotos: Petro Maluskas/ AFP
PUBLICIDADE

Alguns usam chapéus, outros um véu preto. Todos muito elegantes e silenciosos aguardam a chegada dos clientes nos restaurantes e cafés de Vilnius, capital da Lituânia.

Sentados às mesas, a quatro metros de distância uma da outra, dezenas de manequins de vitrine estão lá não apenas para ajudar os clientes a manter as distâncias de segurança exigidas devido à pandemia de covid-19, mas também para inspirá-los usando roupas com estilo.

Proprietários de restaurantes e lojas de roupa de Vilnius tomaram essa iniciativa de ajuda mútua após a flexibilização das medidas de contenção, que permitiu a reabertura de seus estabelecimentos.

No entanto, os clientes demoram a entrar. “De acordo com o regulamento, podemos servir uma mesa para dois, mas isso cria uma sensação de vazio no restaurante”, explicou à AFP Bernie Ter Braak, proprietário do restaurante “Cozy”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a estilista Diana Paukstyte, todos ganham. “Fico feliz que mais pessoas possam ver minhas roupas de ponta e também espero que os manequins atraiam mais clientes aos restaurantes. Nós os apoiamos e ele nos apoiam”, explica.

Em cada mesa, os clientes podem encontrar cartões de visita que indicam onde comprar a roupa que os bonecos vestem.

Segundo o governo de Vilnius, mais de 60 manequins femininos e masculinos, vestidos por 19 lojas locais, ocuparão mesas em quinze restaurantes e cafés da capital lituana, 24 horas por dia.

O prefeito de Vilnius, Remigijus Simasius, descreveu essa iniciativa como “um acordo perfeito entre o espírito comunitário e a criatividade, que também oferece benefícios materiais tangíveis”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lituânia, com 2,8 milhões de habitantes, registrou 1.593 casos e 61 mortos pelo coronavírus. /AFP




Leia também


Publicidade
Publicidade
Publicidade