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Coluna Marcelo Chaves
Coluna Marcelo Chaves

De passagem por Brasília, ator Anderson Tomazini fala sobre família e carreira

Marcelo Chaves

13/08/2018 9h50

Fotos: Arquivo Pessoal

Famoso pelo personagem Xodó, da novela O Outro Lado do Paraíso, o ator Anderson Tomazini deu um rasante por Brasília no fim de semana. Ele veio assistir a apresentação do Dia dos Pais da escola do filho Caio, que mora na capital. Tomazini também aproveitou para passar a data com o pai Ricardo Brito.

Ontem, domingo, só deu tempo dele almoçar com a família e correr para o aeroporto, para chegar a tempo de participar do Domingão do Faustão, na Globo, no quadro Dança dos Famosos. Antes, Anderson bateu um papo conosco sobre carreira e família. Você confere toda a conversa na íntegra logo abaixo.

Gostaria de fazer um vilão nas telinhas?

Adoraria, é sempre bom transitar por caminhos e personagens diferentes. Um vilão é um personagem que precisa ser muito bem trabalhado para que a atuação na caia no estereótipo. Seria um desafio, e, como adoro desafios, um vilão seria muito bem-vindo.

Como lida com o assédio do público?

Por sorte o “assédio” que recebo é antes de tudo um grande carinho e uma forma de reconhecer o meu trabalho. Sempre sou tratado com muito respeito por todos, é claro que há excessões. Recebo com muita alegria este “assédio”, quando é saudável.

Alguma novela ou filme pela frente?

Tenho vários projetos mas eles são tratados com minha agente. Ainda não posso divulgar mas estou ansioso para poder falar sobre.

Você fez um tour pelo Goiás, o que mais te encantou?

“Nosso” Goiás é um estado muito rico em todos os aspectos de sua cultura. Confesso que a arte e a culinária deixaram muita saudade.

Quais são os seus lugares favoritos em Brasília?

Gosto muito do Parque da Cidade, do pôr do sol no CCBB Brasília, do espaço Renato Russo e é claro, da minha Cama (Risos).

Vejo que você é bem presente na relação com o seu filho Caio. O que é ser pai para você?

Procuro estar perto dele sempre que posso para encurtar a distância e ser presente na sua criação. Sinto muita saudade. Ser pai é aprender, de fato, o que é se doar para um pedacinho da gente.

Qual a sua relação com o sucesso? Você acredita que as pessoas mudaram a forma como o tratam?

Não me deixo iludir com o sucesso, pois ele é passageiro. Mesmo! O que fica é o nosso trabalho, por isso procuro focar no meu ofício e trabalhar para que eu possa deixar uma obra que traga alegria ao mundo. Não vejo diferença no tratamento das pessoas comigo. O que mudou de fato foram as selfies. (Que eu adoro! Risos).

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