Em menos de uma semana, três técnicos argentinos passaram vergonha no Brasileirão: 1)- O Fortaleza de Pablo Vojvoda perdeu de 5 x 0 para o Cuiabá; 2)- O Atlético-MG de Gabriel Milito, levou de 4 x 2 do Vitória; 3)- O São Paulo de Luis Zubeldía tomou uma virada de 4 x 1 do Vasco da Gama.
Por muito menos, técnicos brasileiros seriam demitidos aqui em nosso país. De repente, o nosso futebol virou um verdadeiro “paraiso” para os profissionais de outros países, principalmente da Argentina e de Portugal.

O Brasileirão 2024 começou com 9 estrangeiros, um número ligeiramente menor do ano passado, quando a metade dos treinadores eram gringos.
Isso é um fato relativamente novo no futebol brasileiro. Até o início da era dos pontos corridos, em 2003, até 2018, apenas 17 técnicos de nacionalidade estrangeira haviam comandado equipes no Brasileirão. No entanto, a partir de 2019, esse número mais que dobrou.
Esse fenômeno naturalmente foi motivado pelo sucesso de profissionais como Jorge Jesus, no Flamengo; e Abel Ferreira, no Palmeiras. Mas é preciso compreender que nem todos os gringos são melhores do que os brasileiros.
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