Na Sapucaí, a homenagem da escola de Niterói a Lula acabou ocupando o centro do noticiário e empurrou Mangueira, Salgueiro e tantas outras gigantes para um canto de página. A política desfilou mais do que o samba.
No futebol, o roteiro também veio invertido. Carlo Ancelotti, que espera contar com Neymar na Copa do Mundo, foi atrás do craque no Carnaval, entre a Sapucaí e a Bahia. Neymar, por sua vez, foi procurar Ancelotti onde o técnico “deveria” estar: num campo de futebol, em pleno feriado. Mas Ancelotti não estava lá. Estava no Carnaval. Resultado: um desencontro em versão carnavalesca.
Para completar o cenário curioso, Bruna Biancardi – a recatada mulher de Neymar – foi curtir o Carnaval sozinha, enquanto o marido reclamava nas redes. No fim das contas, ficou a sensação de que 2026 foi o ano em que cada um apareceu no lugar errado: a política virou protagonista da avenida, o técnico foi para a folia e o jogador/folião foi para o gramado. Tudo ao mesmo tempo, tudo trocado.