O ano da Copa do Mundo chegou, mas o mapa do Mundial de 2026 ainda não está completamente fechado. Mesmo com o formato ampliado para 48 seleções e o status de maior Copa da história, seis vagas seguem em aberto e só serão definidas nos meses finais antes do torneio.
Essas últimas vagas serão decididas em março de 2026, por meio da repescagem continental e intercontinental. Ao todo, 22 seleções ainda estão na disputa, em um sistema de confrontos eliminatórios, no qual não há margem para erro. Um jogo pode significar classificação. Uma derrota pode decretar mais quatro anos de espera.
O novo modelo da Copa abriu espaço para seleções emergentes, mas também colocou gigantes tradicionais diante de um cenário incômodo. Entre elas, a Itália chama atenção de forma especial. Tetracampeã mundial, a seleção italiana corre o risco real de ficar fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva, algo impensável para um país que ajudou a construir a história do futebol.
O drama italiano simboliza bem o espírito dessa reta final de classificação: tradição contra urgência, passado glorioso contra um presente instável. Ao mesmo tempo, seleções que jamais disputaram uma Copa enxergam nessa repescagem a maior oportunidade de suas histórias.
Com seis vagas e 22 candidatas, o caminho até o Mundial promete tensão máxima. O formato não perdoa erros, não respeita currículo e transforma cada confronto em uma decisão de Copa do Mundo antecipada.
A maior Copa da história está garantida no papel. Resta saber quem estará dentro dela quando a bola finalmente rolar.
Quem é quem
Europa: Itália, Polônia, Suécia, Ucrânia, Dinamarca, República Tcheca, Turquia, Romênia, Eslováquia, Irlanda, País de Gales, Bósnia-Herzegovina, Albânia, Irlanda do Norte, Kosovo e Macedônia do Norte.
América do Sul: Bolívia.
América do Norte e Central: Jamaica e Suriname.
África: República Democrática do Congo.
Ásia: Iraque.
Oceania: Nova Caledônia.