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Governo Bolsonaro recorre a militares como padrão de gestão

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Com a entrada do general Walter Braga Netto no comando da Casa Civil, no lugar de Onyx Lorenzoni, o Palácio do Planalto torna-se uma Casa de comando militar.

A Secretaria-Geral da Presidência, antes ocupada por Gustavo Bebianno, é chefiada pelo major Jorge Oliveira; a Secretaria de Governo está sob o comando do general Luiz Eduardo Ramos e o general Heleno chefia o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Os militares estão à frente de mais de um terço dos ministérios do governo Bolsonaro. O maior desafio do Planalto – e o temor dos congressistas – é a jinga para articulação.

O ministro Osmar Terra, médico e deputado federal com bom trânsito, não pediu para deixar o comando da Cidadania (ações sociais e Bolsa Família). Foi forçado a sair.

A saída sob pressão de Terra tem a ver com a blindagem de Onyx. Ele precisa do cargo no primeiro escalão para não cair, no plenário, na lupa da PF por eventual caixa 2.

Enquanto isso, a ‘base’ no Congresso é um desastre. O Governo de Jair Bolsonaro é recordista em MPs derrubadas no plenário. A ‘base’ bate cabeça desde o início de 2019.


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