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Esplanada

Funcionários alegam “discussão rasa” sobre privatização dos Correios

Leandro Mazzini

Publicado

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Os funcionários dos Correios são contra a privatização porque a discussão promovida pelo Governo “é feita de uma forma muita rasa”, conta à Coluna o vice-presidente da Associação dos Profissionais dos Correios, Marcos César Silva. “Não é dizer ‘vamos privatizar’ e acabou. Na estrutura de Estado tem que fazer uma análise, tem que ir no Congresso, tem todo um processo para decidir. E o Governo quer atropelar tudo”, protesta.

Ontem, uma marcha de funcionários da estatal fechou parte das vias da Esplanada chamando a atenção para a greve. De acordo com a Associação, a empresa deixou de cumprir 70 de 79 cláusulas do último acordo há um ano. Mais de 15 mil funcionários, por exemplo, perderam o plano de saúde.

Para o Governo, a privatização é certa. Além de fazer caixa, zera o custo mensal com mais de 100 mil funcionários. A estatal entrou na lista de atividades não-essenciais. Loteado nos últimos governos para PTB, PT e MDB, os Correios viraram rota de cadeia. A atual gestão do Gal. Floriano Peixoto limpou a Casa e a deixou superavitária.

Empresas como Alibaba, Mercado Livre, Amazon e uma rede de departamentos brasileira (aliada a um banco), estão de olho na estatal, a maior empresa de logística de entrega da

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A caso de privatização no exterior. Os Correios foram privatizados em Portugal em 2014. Governo fez caixa, mas pesquisas indicam insatisfação popular com o serviço e fechamento de várias agências.




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