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Conselho de Ética terá sete senadores investigados

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Sete senadores que vão integrar o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar são alvos de processos que se arrastam na Justiça. As investigações estão relacionadas a crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens, formação de quadrilha, corrupção, caixa dois, improbidade administrativa, sonegação fiscal, entre outros.

O colegiado, responsável por receber e analisar representações e denúncias contra senadores, é formado por 15 senadores titulares e mesmo número de suplentes que têm mandato de dois anos.

Um dos integrantes do Conselho é o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), alvo das investigações da Lava Jato. Recente, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito para investigar o senador.

O processo tem origem na delação de executivos da JBS. Ciro Nogueira, apontam as investigações, teria recebido recursos para a campanha eleitoral de 2014 via caixa dois.

Além de Ciro, integram a bancada de investigados do Conselho os senadores Eduardo Gomes (MDB-PI), Confúcio Moura (MDB-RO), Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), Telmário Mota (Pros-RR), Jayme Campos (DEM-MT) e Nelsinho Trad (PSD-MS).


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