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Do Alto da Torre
Do Alto da Torre

Secretária assume candidatura a distrital

Seguindo o fluxo de desincompatibilizações dentro do Governo do Distrito Federal, ela acena com uma candidatura a deputada distrital.

Eduardo Brito

30/03/2026 18h13

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Ana Paula Marra crédito Agência Brasília

Diante de cerca de 250 servidores da Secretaria de Desenvolvimento Social, a agora ex-secretária Ana Paula Marra (foto) cumpriu sua última agenda à frente da pasta. Comunicou sua saída da gestão e despediu-se da equipe de trabalho.

Seguindo o fluxo de desincompatibilizações dentro do Governo do Distrito Federal, ela acena com uma candidatura a deputada distrital. Acaba de se filiar ao Podemos, que tem o atual distrital Robério Negreiros como puxador de votos.

Ana Paula, que ficou sete anos à frente da Secretaria — substituiu a primeira-dama Mayara Rocha, que apareceu na festa —, tem como trunfo as ações que conduziu no cargo, como o lançamento dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social, além da implantação de café da manhã, jantar e funcionamento diário nos restaurantes comunitários.

Mais recentemente, conseguiu lançar concurso público que, na prática, deve aumentar em quase 100% o número de servidores da Sedes.

Aposta no voto religioso

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Primeira foto do dia. Crícia Cantora de Pentecoste se filia ao Avante e se candidata a distrital. Crédito DIVULGAÇÃO/AVANTE

Após ter recebido 9 mil votos na eleição passada, quando se candidatou a distrital pelo PSDB, Crícia Cantora de Pentecostes (foto) acaba de se tornar a mais nova militante do Mobiliza, legenda nanica que nunca elegeu ninguém, mas desenvolveu uma nova estratégia para o Distrito Federal.

Quer dizer, não tão nova assim, mas algo que já foi tentado antes sem funcionar direito. É a ideia de formar uma nominata exclusivamente com candidatos já testados e que conseguiram votação média-alta.

Ou seja, em raros casos chegaram a exercer mandato, mas, em geral, bateram na trave: sua votação os aproximou dos vencedores, mas não a ponto de lhes garantir a vaga. De quebra, o partido veta a filiação de qualquer campeão de votos, que poderia se aproveitar do resultado do colega para se eleger, mas não os ajudaria muito.

Cricia aposta no voto religioso. Mais precisamente, no voto católico dos que participam de atividades consagradas, no caso o Pentecostes do padre Moacir Anastácio, de Taguatinga.

O padre já teve seu representante na Câmara Legislativa, Washington Mesquita, mas ele não se elege mais. Cricia quer o lugar.

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