Quando todos diziam que o PSDB estava definhando, a ponto de até seu presidente nacional, Aécio Neves, desistir de disputar mandato nas eleições deste ano, o partido começa a crescer no Senado.
É verdade que, com a saída do senador brasiliense Izalci Lucas, há mais de um ano, os tucanos ficaram com apenas um senador, o amazonense Plínio Valério. O próprio Plínio, porém, articulou uma sequência de adesões.
O PSDB voltou a ter três senadores, o que significou voltar a ter uma liderança própria e maior participação nas decisões. Plínio Valério assumiu a função de líder, e a bancada também conta com Oriovisto Guimarães, do Paraná, e Doutora Eudócia, de Alagoas.
Teve direito até a uma surpresa. Doutora Eudócia transformou-se em um pesadelo para o poderoso Renan Calheiros, ex-presidente do Senado, a quem costuma chamar até de “professor de corrupção”.
Agora, o PSDB chega a quatro senadores com a inesperada posse de Sargento Reginauro. Vem a ser suplente de Eduardo Girão, do Partido Novo, que se licenciou do cargo ao assumir a vice da candidatura presidencial de Romeu Zema.
Reginauro assumiu a cadeira nesta terça-feira e promete desempenhar o cargo com a combatividade de Eudócia.