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Do Alto da Torre
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Projetos ampliam matriz renovável no Distrito Federal

A inauguração da usina pública de Águas Claras, em 2024, já abastece 80 prédios, incluindo dez escolas, com economia estimada em R$ 1 milhão por ano.

Eduardo Brito

19/03/2026 18h07

energia solar

Foto: Divulgação/EDP

Brasília alcançou 530,1 MW de potência instalada em energia solar e, assim, ocupa a primeira posição entre as capitais brasileiras. O resultado, revelado nesta quinta-feira, 19, resume a política de descarbonização do Governo do Distrito Federal, que combina expansão da geração em prédios públicos e escolas com estímulo à mobilidade elétrica.

A inauguração da usina pública de Águas Claras, em 2024, já abastece 80 prédios, incluindo dez escolas, com economia estimada em R$ 1 milhão por ano. O programa “Brasília — Capital da Iluminação Solar” prevê R$ 130 milhões em investimentos e meta de 100 MW adicionais, enquanto a CEB projeta usina de 120 MW para atender órgãos do governo.

Para o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, os resultados demonstram compromisso sólido com um futuro sustentável. Ele avalia que o DF já se posiciona como protagonista na transição energética, embora o caminho para uma matriz 100% limpa ainda seja longo.

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