Brasília alcançou 530,1 MW de potência instalada em energia solar e, assim, ocupa a primeira posição entre as capitais brasileiras. O resultado, revelado nesta quinta-feira, 19, resume a política de descarbonização do Governo do Distrito Federal, que combina expansão da geração em prédios públicos e escolas com estímulo à mobilidade elétrica.
A inauguração da usina pública de Águas Claras, em 2024, já abastece 80 prédios, incluindo dez escolas, com economia estimada em R$ 1 milhão por ano. O programa “Brasília — Capital da Iluminação Solar” prevê R$ 130 milhões em investimentos e meta de 100 MW adicionais, enquanto a CEB projeta usina de 120 MW para atender órgãos do governo.
Para o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, os resultados demonstram compromisso sólido com um futuro sustentável. Ele avalia que o DF já se posiciona como protagonista na transição energética, embora o caminho para uma matriz 100% limpa ainda seja longo.